Fabrício Zava lança primeiro single do disco Intersecções

Ele passou 360 dias cantando o amor, foi para as ruas para escutar histórias de amor e transformá-las em música, se juntou com parceiros muito especiais e agora se prepara para lançar o seu primeiro disco autoral com o material de toda esta pesquisa. Conheça Fabrício Zava, o cantor que vem conquistando seguidores nas redes sociais e que prepara o lançamento de um disco repleto de significados. O primeiro single do disco Intersecções já está disponível na web no canal do youtube do cantor. 

Cantor Fabrício Zava – Foto: Gabriel Bicho

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ESPECIAL CARNAVAL: Antropofágica estreia temporada de DESTERRADOS – UR EX DES MACHINE no Centro Cultural São Paulo

Para quem prefere programas alternativos durante o Carnaval, a Companhia Antropofágica preparou uma programação especial e reestreia um de seus maiores espetáculos dia 24 de fevereiro, no Centro Cultural São Paulo. DESTERRADOS – UR EX DES MACHINE além de potente e de grande beleza estética é uma obra que remete o público às inflexões críticas mais radicais do grupo. Ótima oportunidade de assistir a Antropofágica!

Desterrados – Foto Alan Siqueira – Companhia Antropofágica

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Oficina de Palhaço gratuita com o Grupo Esparrama

O Grupo Esparrama oferece em seu projeto “NAVEGAR”, contemplado pela 29ª edição do Programa de Fomento ao Teatro, uma oficina gratuita de palhaço!

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Você poderá ter que trabalhar 14 horas diárias sem receber horas extras

Você poderá ter que trabalhar 14 horas diárias sem receber horas extras

Leonardo Sakamoto

Por André Campos, para a Repórter Brasil

A reforma trabalhista do governo Michel Temer pode permitir que horas de trabalho antes remuneradas como horas extras sejam incorporadas à jornada normal sem pagamento adicional.  Atualmente, todo empregado que faz hora extra tem direito a receber um adicional de, no mínimo, 50% sobre o valor da hora normal.

Isso acontece porque a proposta permite que sindicatos e empregadores negociem jornadas de até 220 horas mensais, mas não estabelece critérios claros para diferenciar o que seria, dentro desse limite, horário regular ou trabalho extraordinário.

“A intenção é justamente permitir acordos coletivos com jornadas longas, de 10, 12 ou até 14 horas num dia, sem o pagamento de horas extras”, avalia Valdete Severo, juíza do Trabalho no Rio Grande do Sul.

Na ponta do lápis, o prejuízo ao trabalhador pode ser grande. Alguém que ganha dois salários mínimos, R$ 1.874,00, pode perder cerca de R$ 366,28 por mês – o equivalente a 20% da renda. Isso aconteceria no caso desse funcionário trabalhar todas as 220 horas mensais previstas na proposta, o que soma 2.640 horas ao ano. De acordo com as regras atuais, ao menos 344 horas na jornada anual desse funcionário seriam horas extras.

Esta é, na verdade, uma estimativa conservadora. As perdas do trabalhador seriam ainda maiores se levássemos em conta os feriados e os casos de trabalho aos domingos, quando as horas extras precisam ser pagas com 100% de acréscimo.

Menos que o salário mínimo – Outra mudança importante será na remuneração por produtividade, que passa a ficar sujeita aos arranjos feitos em acordos e convenções coletivas. O maior receio é que isso desobrigue empregadores a pagar o piso de categorias ou até mesmo o salário mínimo. Para Jorge Ferreira dos Santos Filho, coordenador da Articulação dos Empregados Rurais do Estado de Minas Gerais, esses são problemas que já acontecem na prática no meio rural, mas que são passíveis de punição pela justiça.

Um exemplo é a colheita do café. Trabalhadores recebiam menos do que o salário mínimo em ao menos metade de 30 cafezais inspecionados pelo Ministério Público do Trabalho na região sul da Bahia entre maio e agosto de 2016. Segundo o procurador Ilan Fonseca, que coordenou as ações, a remuneração da lata – medida de aproximadamente 60 litros onde os empregados colocam o café colhido – gira em torno de R$ 2 a R$ 4, dependendo do local. “Muitos, especialmente os mais idosos, não conseguem receber mais do que R$ 500 ou R$ 600”, relatou o procurador.

Fonte: Blog do Sakamoto

Raul Seixas explica GITA

Raul Seixas explica o nome da canção Gita.