Arquivos da categoria: Direitos Humanos

“Mãe nunca deixa pra lá”: onde está Davi Fiuza?

“Mãe nunca deixa pra lá”: onde está Davi Fiuza?

BBC Brasil

O governo Temer quer aprovar uma Reforma da Previdência

O governo Temer quer aprovar uma Reforma da Previdência para nos fazer trabalhar até morrer, mas se agirmos agora poderemos impedi-lo.

É uma reforma de absurdos: eles querem impor uma idade mínima de 65 anos de idade para se aposentar e uma meta de 49 anos de serviço se quisermos receber a aposentadoria integralmente. Além disso, o relator da proposta — o deputado Arthur Oliveira Maia — recebeu cerca de 300 MIL REAIS em doações de empresas de previdência privada nas eleições de 2014, claramente um conflito de interesse.

A cereja do bolo: o chefe da comissão que discute a proposta é o braço direito de Eduardo Cunha!

Felizmente, alguns deputados são contra a reforma, mas ainda não conseguiram barrá-la. Por isso, se 1 milhão de nós assinarmos essa petição agora, podemos entrar com as assinaturas diretamente na Comissão antes da votação acontecer.

Assine e compartilhe — a Avaaz entregará as assinaturas diretamente em Brasília:

Clique para barrar a PEC da Previdência

A Reforma da Previdência é sem dúvida um tema polêmico, mas é por isso mesmo que precisamos discuti-la a fundo e fazer uma proposta que não retire direitos de ninguém. Mas o que o governo quer fazer é brutal, e forçará muita gente a recorrer à previdência privada. Em época de crise, quem irá conseguir pagar as contas e ainda pagar uma previdência privada?

Os aliados de Michel Temer na Comissão da Reforma estão fazendo de tudo para conseguir os votos necessários, mas não esperavam que tanta gente fosse contra a proposta! Em uma pesquisa recente, 72% das pessoas ouvidas disseram ser contra as mudanças propostas pelo governo Michel Temer e apenas 11% são favoráveis. Se usarmos este momento para levar 1 milhão de assinaturas por uma reforma mais justa e digna para dentro da Comissão, podemos acabar com os planos de Temer.

Adicione seu nome à petição — vamos garantir que nenhum trabalhador precise morrer antes de conseguir se aposentar:

Clique para barrar a PEC da Previdência

Nosso movimento já conquistou vitórias incríveis no Brasil, desde a Ficha Limpa ao Voto Aberto e inúmeras vezes fomos a luz que ajudou a mostrar a falta de ética existente na nossa política. Chegou a hora de agirmos novamente. Junte-se a este movimento para garantir nosso direito de se aposentar com tranquilidade.

Com esperança e determinação,

Diego, Joseph, Luca, Ana Sofia, Martyna, Iain e toda a equipe da Avaaz

Pesquisa indica que 72% são contra reforma da Previdência
http://www.valor.com.br/brasil/4910078/pesquisa-indica-que-72-sao-contra-reforma-da-previdencia

Reforma da Previdência condena pessoas a ‘morrerem trabalhando’
https://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/12/13/reforma-da-previdencia-condena-pessoas-a-morrer-trabalhando.htm

Juiz vê manobra de Temer na PEC da Previdência
http://blogdofred.blogfolha.uol.com.br/2017/03/26/juiz-ve-manobra-de-temer-na-pec-da-previdencia/

Bradesco, Itaú, Santander e Safra doaram para relator da reforma da Previdência
http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2017/02/comissao-de-reforma-da-previdencia-e-instalada-em-meio-a-discussoes-e-apresentacao-de-recursos

 

 

A Reforma da Previdência vai prejudicar e muito

Esta Reforma da Previdência vai prejudicar os trabalhadores  e muito…

Esta Reforma é obra de Temer e alguns corruptos que habitam o Congresso Nacional (deputados e senadores da base Temerosa).

Temer já assinou a terceirização. Vamos deixar este golpista assinar a Reforma???

Tão acreditando mesmo nas propagandas enganosas que passam na TV, inclusive nos jornais?

ACORDEM AGORA OU MORRAM SEM SE APOSENTAR

Quem quer ser escravinho no Brasil no século 21?

Quem quer ser escravinho no Brasil no século 21?

Escravidão no Brasil em pleno século 21

Você poderá ter que trabalhar 14 horas diárias sem receber horas extras

Você poderá ter que trabalhar 14 horas diárias sem receber horas extras

Leonardo Sakamoto

Por André Campos, para a Repórter Brasil

A reforma trabalhista do governo Michel Temer pode permitir que horas de trabalho antes remuneradas como horas extras sejam incorporadas à jornada normal sem pagamento adicional.  Atualmente, todo empregado que faz hora extra tem direito a receber um adicional de, no mínimo, 50% sobre o valor da hora normal.

Isso acontece porque a proposta permite que sindicatos e empregadores negociem jornadas de até 220 horas mensais, mas não estabelece critérios claros para diferenciar o que seria, dentro desse limite, horário regular ou trabalho extraordinário.

“A intenção é justamente permitir acordos coletivos com jornadas longas, de 10, 12 ou até 14 horas num dia, sem o pagamento de horas extras”, avalia Valdete Severo, juíza do Trabalho no Rio Grande do Sul.

Na ponta do lápis, o prejuízo ao trabalhador pode ser grande. Alguém que ganha dois salários mínimos, R$ 1.874,00, pode perder cerca de R$ 366,28 por mês – o equivalente a 20% da renda. Isso aconteceria no caso desse funcionário trabalhar todas as 220 horas mensais previstas na proposta, o que soma 2.640 horas ao ano. De acordo com as regras atuais, ao menos 344 horas na jornada anual desse funcionário seriam horas extras.

Esta é, na verdade, uma estimativa conservadora. As perdas do trabalhador seriam ainda maiores se levássemos em conta os feriados e os casos de trabalho aos domingos, quando as horas extras precisam ser pagas com 100% de acréscimo.

Menos que o salário mínimo – Outra mudança importante será na remuneração por produtividade, que passa a ficar sujeita aos arranjos feitos em acordos e convenções coletivas. O maior receio é que isso desobrigue empregadores a pagar o piso de categorias ou até mesmo o salário mínimo. Para Jorge Ferreira dos Santos Filho, coordenador da Articulação dos Empregados Rurais do Estado de Minas Gerais, esses são problemas que já acontecem na prática no meio rural, mas que são passíveis de punição pela justiça.

Um exemplo é a colheita do café. Trabalhadores recebiam menos do que o salário mínimo em ao menos metade de 30 cafezais inspecionados pelo Ministério Público do Trabalho na região sul da Bahia entre maio e agosto de 2016. Segundo o procurador Ilan Fonseca, que coordenou as ações, a remuneração da lata – medida de aproximadamente 60 litros onde os empregados colocam o café colhido – gira em torno de R$ 2 a R$ 4, dependendo do local. “Muitos, especialmente os mais idosos, não conseguem receber mais do que R$ 500 ou R$ 600”, relatou o procurador.

Fonte: Blog do Sakamoto