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Talles Faria lista 20 provas de que a Aeronáutica é homofóbica

Talles Faria lista 20 provas de que a Aeronáutica é homofóbica

A história do aluno Talles Faria bombou esta semana na internet e não poderia ser diferente. No último sábado, dia 17, o estudante aproveitou o momento em que todos os holofotes estavam sobre ele na formatura do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) para fazer um protesto contra a homofobia que ocorre na instituição.

Em um vídeo que circula nas redes, Faria aparece subindo no palco para pegar seu diploma com uma capa roxa, que ele arranca na sequência, ficando de vestido vermelho e salto alto. Assista aqui.

Agora, em resposta aos comentários homofóbicos que pipocaram na internet desde que o vídeo começou a viralizar, Faria postou no Facebook uma lista com 20 provas de que a Força Aérea é realmente discriminatória, de acordo com a experiência dele.

Precedidas pela frase “A Aeronáutica não é homofóbica, mas…”, a lista revela as piadas com os estudantes mais “afeminados” e as “brincadeirinhas” vindas dos próprios professores.

Faria provou, mais uma vez, que a homofobia não será tolerada em NENHUMA circunstância. Confira:

1. A Aeronáutica não é homofóbica, mas não tinha nenhum LGBT assumido em toda a EPCAR quando entrei em 2009. Mais de 900 alunos, nenhum LGBT. Todos os meninos falavam apenas de garotas e se apaixonavam apenas por garotas.

2. A Aeronáutica não é homofóbica, mas faziam piadas com os estudantes mais efeminados. Ser efeminado é ser viado e ser viado é ser piada. Ninguém quer ser piada, ninguém quer ser LBGT.

3. A Aeronáutica não é homofóbica, mas em todas as escolas militares sabíamos do caso do aluno homossexual da escola da Marinha. Motivo de piadas por anos.

4. A Aeronáutica não é homofóbica, mas um certo professor militar de um certo cursinho elitista aí é conhecido por todos os alunos por seus discursos de ódio contra LGBTs em suas aulas.

5. A Aeronáutica não é homofóbica, mas seria o fim das FFAA quando fosse criado um coletivo LGBT na AFA (Academia da Força Aérea).

6. A Aeronáutica não é homofóbica, mas os instrutores e militares em posições de poder desejam boas férias com as namoradas, fazem piadas com puteiros e quando citam homossexuais é pra debochar e dizer que “chave com chave não abre porta”.

7. A Aeronáutica não é homofóbica, mas existe professor que para explicar transistores é preciso falar que tem transitor macho e transistor fêmea e que não existe meio termo.

8. A Aeronáutica não é homofóbica, mas “não existe elétron triste, não tem elétron com problemas psicológicos, não tem elétron gay”, disse certo professor.

9. A Aeronáutica não é homofóbica mas todos os meus amigos LGBTs morriam de medo que alguém os descobrisse e os desligasse.

10. A Aeronáutica não é homofóbica mas quando descobriram que dois amigos meus estavam namorando na EPCAR tiraram um deles do Código de Honra e começaram a perseguir o outro com punições.

11. A Aeronáutica não é homofóbica mas quando os alunos LGBTs foram descobertos, os discursos de ódio saíram do armário. Amigos se afastaram, viraram as costas. Esse sentimento é terrível, perder alguém que você se importa e que você achava que se importava com você por causa de sua orientação sexual.

12. A Aeronáutica não é homofóbica, mas durante formatura militar “Vocês sabem onde está fulano (LBGT assumido)? Deve estar chupando pau por aí.” Todos riem. Denunciamos. Ninguém ouviu nada. Caso encerrado.

13. A Aeronáutica não é homofóbica, mas faziam piadas e imitavam os trejeitos e as vozes do nosso comandante por que achavam que ele era viado.
Se era, ninguém sabia, continuaria invisível e piada, mas a Aeronáutica não é homofóbica.
Heterossexual é exposto, é divertido, é público, é o decoro da classe, é a moral e são os bons costumes.
Homossexual é vergonhoso, deve ficar escondido e só ser mencionado para ser piada. Homossexual é depravado, é nojento, é desrespeitoso.

14. A Aeronáutica não é homofóbica, mas quando os cadetes da AFA ficaram sabendo que tinha homossexual assumindo-se, prometeram desligar todos. “Vou fazer pedir pra ir embora. Aqui não tem viado. Vai pagar flexão até pedir pra ir embora.”. E isso aconteceu.

15. A Aeronáutica não é homofóbica, mas quando homossexuais assumidos ousaram ir para a AFA, foram perseguidos por cadetes escolhidos para serem “Líderes”. Ouviram “eu sei que você é viado e vou fazer você pedir desligamento.”

16. A Aeronáutica não é homofóbica, mas nosso amigo, cadete mais antigo da AFA, o qual também não era assumido, prometeu que tentaria não deixar que outros cadetes perseguissem nosso amigo LGBT assumido que ousou ir pra AFA.

17. A Aeronáutica não é homofóbica, mas pintar cabelo é coisa de mulher. Escureça esse cabelo e se apresente amanhã.

18. A Aeronáutica não é homofóbica, mas só vamos permitir que Aspirantes deixem de ser Aspirantes no ITA quando forem viados. Ao menos, o primeiro caso.

19. A Aeronáutica não é homofóbica, mas usar maquiagem é coisa de mulher.

20. A Aeronáutica não é homofóbica mas quando você é viado, você tem que ser perfeito: voz grossa pra ser respeitado, sem trejeito, as maiores notas, o melhor físico, nunca falar de homem ou agir de forma descontraída. Nunca falar sobre sua sexualidade. Você pode ser viado desde que nunca aja como um. Pode ser viado mas tem que ser como se fosse hétero. O padrão militar é hétero, mas a Aeronáutica não é homofóbica.

Maravilhosamente, ele termina seu texto com um lacre: “Agora, se você ainda acha que não havia motivos para minha manifestação e que meus motivos não são válidos, volte ao tópico 1”.

Faria ainda iniciou um canal no YouTube onde  explica cada uma das denúncias que fez na colação de grau da instituição. Veja o primeiro episódio:

Procurada pelo site HuffPost Brasil, a Aeronáutica não se pronunciou sobre o caso.

Fonte: Catraca Livre

O Corinthians perdeu seu maior torcedor

O Corinthians perdeu seu maior torcedor

Juca Kfouri

O Corinthians perdeu ontem seu maior torcedor: Dom Paulo Evaristo Arns morreu aos 95 anos e está sendo velado na Catedral da Sé, em São Paulo.

Com uma vida inteira dedicada aos excluídos e aos perseguidos, Dom Paulo achou tempo para apoiar a Democracia Corinthiana nos anos 1980 e para escrever o livro “Corintiano, graças a Deus!”.

Culto, generoso, doce e enérgico, Dom Paulo fez da defesa dos direitos humanos a razão de sua vida e também conseguiu do Papa Paulo VI, que havia resolvido rever uma série de concessões de títulos de santidade, que não cassasse São Jorge como santo ao escrever para ele o seguinte bilhete:

“Santo Padre, nosso povo não está entendendo direito a questão. São Jorge é muito popular no Brasil. Sobretudo ante a imensa torcida do Corinthians, o clube de futebol mais popular de São Paulo”.

Ao que o Papa respondeu:

”Não podemos prejudicar nem a Inglaterra, nem o Corinthians”, pois São Jorge é também o santo protetor dos ingleses.

Assim foi Dom Paulo, o cardeal do povo: capaz de defender grandes causas, de se opor à ditadura, e de se dedicar também às questões aparentemente menores.

Vai fazer muita falta.

Fonte: Blog do Juca

Quem perde e quem ganha com a PEC 55 (ex-PEC 241)

Quem perde e quem ganha com a PEC 55 (ex-PEC 241)

EU FUI AO ATO NA AVENIDA PAULISTA. E VOCÊ?

pec55Que Brasil que nós temos?
Um Brasil com menos hospitais
Onde só quem tiver dinheiro poderá ser atendido.
Um Brasil com menos Escolas
Onde só os ricos terão acesso a Universidade

Um país sem Democracia
É esse o Brasil que você quer?
Não à PEC 55!

Pra quem não sabe o que PEC , PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL
que de constitucional não tem nada..
Nos próximos 20 anos, o Brasil vai deixar de investir mais de 600 bilhões em Saúde.

O governo precisa cortar gastos, mas será que o governo está cortando no lugar certo?
Mais de 500 bilhões de reais em Educação.
Cortar na carne? Carne de quem,sr Michel Temer?
Quem irá se beneficiar da PEC 55?

Sou um pai de família e vou fazer economia cortando a comida dos meus filhos?
Inadmissível! 453 bilhões de reais foram sonegados pelos mais ricos deste país.
Eu observo!
Onde é que está a dificuldade do governo de cobrar o que lhe é devido?
O governo Temer com a PEC 55 quer que você pague essa conta.

Será que esta é a melhor forma de resolver o problema?
Enquanto isso os ricos permanecem com sua isenção.
Por que o governo não corta as benesses dos parlamentares?
E por que não começar a tributar grandes fortunas?
Começar por tributar a transmissão de grandes heranças…

Por que o judiciário teve um aumento de mais de 70% num momento em que se devem cortar gastos?
Eu respondo. Esse dinheiro pode e deve sair de outro lugar.
A gente precisa alguma coisa. Esta PEC é a corda no nosso pescoço.
E eles vão puxar.

Eu digo não à PEC 55.
É o futuro dos nossos filhos e nossos irmãos carentes que está em jogo.
Não à injustiça. Não à desigualdade!
Eu digo não! eu digo não! Diga você também.
Nós brasileiros não podemos aceitar.

Não fique parado! Vamos pressionar os parlamentares.
Nós votamos neles. Senhores senadores, rejeitem esta PEC!
Nós precisamos pressionar os parlamentares.
Vamos ocupar as ruas! Esta PEC não tem nada a ver com a gente.
Apesar de você, Temer, amanhã a de ser um novo dia…

Sim à Solidariedade! Não à desigualdade! Sim à Liberdade!
Sim à Justiça Social! Sim à Educação! Sim a um Brasil mais justo!

novembroazul

O Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra no Brasil – 20 de novembro

O Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra no Brasil – 20 de novembro

cotass

Durante mais de 3 séculos os negros foram tratados da formas mais injustas e mais desumanas possíveis pelo sistema branco de governar. Vieram ao Brasil não por vontade própria. Foram trazidos forçadamente para trabalhar, para fazer o serviço pesado que os ricos portugueses não podiam fazer, que não lhes competia por serem brancos e ricos. Foram submetidos a viagens longas e cansativas, além de serem inadequadas aos transporte digno de seres vivos. Foram arrancados de suas terras natais para trabalhar em minas e fazendas para produzirem riquezas para os brancos ricos portugueses que aqui já estavam assentados. Foram obrigados a abandonar suas terras para serem escravizados nos domínios portugueses no Brasil, lá pelos idos de 1538. E foram libertados em 1888 pela Lei Áurea. Isto oficialmente porque ainda hoje sentem na pele a escravização velada e suas consequências.

Sugiro que se leia A história da Escravidão no Brasil  para que se entenda melhor do que aqui falo. São oficialmente mais de 350 anos de desrespeito aos seus direitos humanos. São mais de três séculos e meio de condições indignas de vida, de trabalho forçado, de exploração, de maus tratos. Entretanto, são aproximadamente 478 anos de desrespeito aos negros como seres humanos, pois ainda existem pessoas que acham que eles não devem ser ressarcidos dos direitos que lhes foram negados durante estes séculos. Não se trata de dar a eles nada, e sim, de restituir-lhes o que foi tirado.

Portanto, aqueles que se colocam contra as cotas, deveriam tomar os lugares dos negros na História e sentir na pele o que eles sentiram ao longos dos 478 anos passados até o dia de hoje. Deveriam sentir para entender que inúmeras oportunidades de crescimento lhes foram tomadas, para entender que eles não são coitados nem são incapazes. Eles são pessoas que tiveram seus direitos congelados por mais de 4 séculos e que precisam ter estes direitos descongelados mesmo que negros e brancos inconscientes não concordem com esta teoria.

Quando ainda escravizados , seria óbvio e necessário que eles não se conformassem com isso e promovessem movimentos de libertação. Muitos rebelavam-se fugiam, lutavam para serem livres. Sua rebeldia e suas fugas levaram-nos a criar lugares onde pudessem refugiar-se e sentirem-se mais humanos e mais dignos de respeito. Esses lugares chamavam-se quilombos, seus moradores, quilombolas.

O Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra no Brasil reafirma o primeiro local de liberdade dos negros nas Américas

O Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, resultado de mais de quarenta anos de luta do movimento negro brasileiro, comemorado no dia 20 de novembro, foi instituído oficialmente pela lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff. A data, em sua ideia original, significa a afirmação da história povo negro no Brasil, especialmente porque reafirma, coloca como um marco histórico a morte de Zumbi, em 1695. Ele era então o líder do Quilombo dos Palmares – situado entre os estados de Alagoas e Pernambuco, na região Nordeste do Brasil.

Davi Nunes

O Quilombo dos Palmares pode ser considerado o primeiro local, nas Américas, onde os negros da diáspora africana conseguiram a liberdade. Foram quase cem anos de existência no período da era colonial portuguesa no Brasil. Ele surgiu no final do século XVI e teve o seu apogeu na segunda metade do século XVII. Todo esse tempo de resistência à ordem escravocrata vigente, só foi possível devido à capacidade de organização: o quilombo era todo cercado por uma alta cerca de pau-a-pique, além da imensidade de palmeiras que o escondia, tinha três entradas protegidas por duzentos guerreiros, possuíam armas e munições, conseguiram derrotar várias vezes às expedições do governo colonial, que visavam estabelecer a sua destruição – tinham uma organização politica e social sofisticada que o fez ficar conhecido como a República dos Palmares.

Zumbi nasceu no quilombo, aproximadamente em 1655. Criança ainda foi raptado por soldados e doado ao Padre Antônio Melo. Ele o batizou com o nome Francisco e lhe ensinou português e latim. No ano de 1670, com apenas quinze anos, fugiu da paróquia e voltou ao quilombo e depois da morte do líder poderoso, Ganga-Zumba, se tornou o chefe absoluto na luta contra a sociedade escravocrata. Ele detinha grande poder espiritual, os ancestrais africanos o protegia, resistiu a várias expedições militares ao ponto do rei de Portugal escreve-lhe uma carta propondo um acordo. Não aceitou ficar sob o julgo da coroa portuguesa, queria a liberdade plena até o fim e em 20 de novembro de 1695, depois de resistir, e lutar contra várias expedições militares, ele foi morto.
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No dia da consciência negra acontecem passeatas por todo Brasil, a depender da região as pautas podem se diferenciar, porém nos últimos anos há uma em comum, o genocídio da juventude negra, impetrada por uma política de estado estruturalmente racista. O mês de novembro, principalmente depois da implantação, em 2003, da lei 10 639 que tornou obrigatório o ensino de história e cultura Africana e Afro-brasileira nas escolas de ensino Fundamental e Médio, acontece muitos eventos relacionados à negritude: palestras, seminários, lançamentos de livros, as escolas organizam gincanas temáticas com os estudantes, porém o grande problema é que isso só ocorre nesse espaço de tempo, determinado oficialmente, pois durante todo o ano a história e cultura negras são negligenciadas, invisibilizadas em um país, que apesar da sua diversidade, apresenta o branco como o padrão universal.

No entanto, vendo de outra forma também, o dia 20 significa a vitória de uma geração de intelectuais do movimento negro que disputaram a memória histórica e ganharam. Contestaram a historiografia oficial (a versão paternalista da princesa branca que libertou os escravizados por um simples decreto) contada pelos descendentes dos europeus, e ergueram um herói negro para sintetizar a trajetória de luta de mais da metade da população brasileira.

No Brasil, pelo fato da mídia de massa ser o veículo onde a elite branca transpassa as suas ideologias e exercem o controle mental sobre grande parte da população, os lideres negros, os fatos e feitos, como os de Zumbi, que ajudaram a construir o país, são propositalmente negligenciados. O racismo brasileiro trabalha sempre no silenciamento e apagamento de vozes e histórias negras. Por isso ainda boa parte da população se encontra preso aos grilhões psicológicos, mas muitos já se empoderam do conhecimento dos ancestrais, engrossam as passeatas que tomam as ruas e começam a constituir o que pode se chamar de vontade própria para se libertarem das prisões.

A liberdade a qual se comemora no dia 20 é a da luta constante, àquela que se deposita a vida para se conquistar. E é por esse propósito que as ruas ficam cheias, que as bandeiras são hasteadas, que os tambores são tocados: a força de Zumbi se estende a cada brasileiro que busca lutar por igualdade. A memória se reaviva sobre as batalhas vencidas pelos antepassados e dão alento para, no presente, continuar lutando para alcançar, de fato, a libertação.

A República dos Palmares, dentro desse contexto, é um signo ancestral importante e simboliza para os afro-brasileiros, como poderá simbolizar para qualquer negro da diáspora africana nas Américas, o lugar onde se foi vencida, já nos séculos iniciais, as primeiras batalhas em busca pela liberdade e igualdade racial no continente. Foi onde se desdobrou, primeiramente, modelos civilizatórios africanos, ou seja, uma organização cultural, político-social para se proteger da máquina escravagista que estava funcionando em pleno vapor. De certa forma, em Palmares, a África se reinventou durante quase um século livre, onde o orgulho não foi suplantado e os guerreiros foram grandes e intrépidos. Palmares é um espirito, o fogo que arde no peito em busca de justiça, sua memória revivida no Dia da Consciência Negra no Brasil, celebra um grande feito e reafirma a luta pela igualdade sociorracial, pela liberdade plena, almejada constantemente pelos negros na África e em todo continente americano.

Davi Nunes, natural de Salvador-Bahia, é um poeta e escritor negro brasileiro.

Fonte: Portal Geledés

Novembro na UMAPAZ

Novembro na UMAPAZ

novembroazul

DATA HORA ATIVIDADE LOCAL
NOVEMBRO
1/11

terça

9h Oficina: Produção de mosaico no Parque Trianon Masp
3/11

quinta

9h Palestra: Curiosidade sobre as plantas
4/11

sexta

13h Minicurso: Minimização de resíduos no Parque Chico Mendes
5/11

sábado

9h Evento: III dia nacional do morcego em São Paulo
10h Trilha monitorada no Parque Trianon
15h Workshop: Concerto de Tigelas de Cristal
8/11

terça

14h Oficina: Muro verde no Parque Chico Mendes
14h Palestra: Novembro Azul
14h Palestra: Gestão de Emissões de Carbono para empresas
9/11

quarta

9h Palestra: Síndromes Florais
14h Palestra: Metalização: o revestimento verde
19h Observação do Céu noturna – na Escola Municipal de Astronomia e Astrofísica
10/11

quinta

9h Evento: Confraternização de Encerramento DIADESOL 2016
10h Oficina: Contação de histórias no Parque Chico Mendes
13h30 Palestra: Reconhecimento das Nuvens – na Escola Municipal de Astronomia e Astrofísica
15h Palestra: O que é radioastronomia? – no Planetário do Carmo
11/11

sexta

14h Curso de Licenciamento Ambiental

Curso validado nº 561/2016 para fins de promoção e progressão funcional.

15/11

terça

12h

17h

Programação especial para o Dia da Proclamação da República no Planetário Ibirapuera
Sessão “O Céu da Bandeira do Brasil”
17h Programação especial para o Dia da Proclamação da República no Planetário do Carmo
Sessão temática
16/11

quarta

9h Oficina: Estudo do meio no Parque Chico Mendes
15h Oficina: Da Consciência à Ação
17/11

quinta

9h Palestra: Saúde Masculina: Alcoolismo – Tabagismo e a prevenção de câncer de próstata
9h Palestra: Educação Ambiental: mapeando territórios, tecendo trilhas
10h Oficina: Estudo do Meio no Parque Trianon
13h30 Palestra/trilha: Identificação e cultivo de plantas medicinais
18/11

sexta

9h I Encontro de discussão, reflexão e troca de experiências sobre o processo de implantação das Coletas Seletivas na Zona Norte
13h Água Boa em São Paulo: 5º Encontro – Água e Educação
14h Palestra: Educação Ambiental: mapeando territórios, tecendo trilhas
19h Palestra: Visita a um cometa – na Escola Municipal de Astronomia e Astrofísica
19/11

sábado

10h Projeto ‘Histórias Existem para Serem Contadas’
10h Trilha monitorada no Parque Jardim da Luz
17h CinEMA – na Escola Municipal de Astronomia e Astrofísica
20/11

domingo

17h Programação especial para o Dia da Consciência Negra no Planetário Ibirapuera
Sessão “O Céu sob Diferentes Culturas”
9h Programação especial para o Dia da Consciência Negra no Planetário do Carmo
9h Oficina da palavra: Arte literária e produção criativa de textos – Parte II
14h Mini Curso de Aromas e Emoções
22/11

terça

9h Oficina de Meditação – Cura Ecológica
10h Oficina: Passeio ecológico pela Paulista (caminhos do lixo)
13h30 Palestra: Pragas e doenças
13h30 Minicurso: Bio construção de pistas de skate no Parque Trianon
14h Mini Curso de Aromas e Emoções
19h30 Observação do Céu noturno – na Escola Municipal de Astronomia e Astrofísica
23/11

quarta

9h IV Seminário Educação Ambiental semeando a Cidade Educadora
19h Palestra: A água: um recurso limitado a Terra?! – na Escola Municipal de Astronomia e Astrofísica
19h Reverbere | Coquetel Agroecológico + Abertura
24/11

quinta

9h Aula Extra: Introdução à Iluminação de Jardins Externos
9h Minicurso: Botânica de Plantas Ornamentais “Suculentas e Cactaceae” – 4ª Turma
9h Palestra: Saúde Masculina: Alcoolismo – Tabagismo e a prevenção de câncer de próstata
10h Reverbere | Mostra de Projetos Permaculturais Urbanos em São Paulo
13h Reverbere | Minicurso: Introdução à Permacultura Popular (1ª parte)
13h30 Palestra: Reconhecimento das Nuvens – na Escola Municipal de Astronomia e Astrofísica
14h Reverbere | Oficina: Água e Permacultura
14h Reverbere | Oficina: Visão Sistêmica na Permacultura
14h Reverbere | Organizações Sociais BioInspiradas e Sociocracia 3.0
19h Palestra: Desvendando o interior da Terra – na Escola Municipal de Astronomia e Astrofísica
19h30 Reverbere | Permacultura e Educação e conversa (exibição de “La Voz del Viento – Sementes de Transição”)
25/11

sexta

10h Reverbere | Mostra de Projetos Permaculturais Urbanos
13h Reverbere | Minicurso: Introdução à Permacultura Popular (2ª parte)
14h Reverbere | Oficina: Design Social, Economia Solidária e Permacultura
14h Reverbere | Oficina: Permacultura na Cidade
16h Palestra: Visita a um cometa – no Planetário do Carmo
19h30 Reverbere | Exibição de documentário “Pan-Ba’as” – “de todos para todos”
26/11

sábado

8h Reverbere | Tourpermacultural
9h Oficina: Passeio ciclístico no Parque Chico Mendes
9h Encontros com as Infâncias – 5º Encontro: Transformação
10h Projeto ‘Histórias Existem para Serem Contadas’
14h Reverbere | Apresentação do Programa Latino-Americano de Regeneração Ecossocial no contexto das catástrofes
14h Reverbere | Oficina: Turismo Colaborativo e Permacultura
19h30 Reverbere | Exibição do documentário: Soluções Permaculturais para Desafios Atuais: Jardim no Fim do Mundo
27/11

domingo

11h Reverbere | Feira de Troca Solidária, Picnic e Roda Reverberar + Bando do seu Pereira + Homenagem a Bill Mollison
28/11

segunda

13h30 Roda de conversa: Educação Ambiental – Histórico, subsídios e estudo de caso na Zona Leste da cidade de São Paulo
14h Curso: Histórias Contadas com Origamis – Sustentabilidade e Meio Ambiente
29/11

terça

10h Workshop: Escolha a Calma – Perdão
14h Oficina: Vamos fazer um terrário?
14h Oficina: Contação de histórias no Parque Trianon
14h Palestra: O mercado de crédito de carbono e o acordo de Paris