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MPF denuncia dono da Riachuelo por crimes contra a honra de procuradora trabalhista

MPF denuncia dono da Riachuelo por crimes contra a honra de procuradora trabalhista

Fonte: Uol Notícias

Mais sobre o empresário Flávio Rocha

Golpista decepcionado, mas não arrependido

Argumentos mentirosos para privatizar a Eletrobras

Argumentos mentirosos para privatizar a Eletrobras
Heitor Scalambrini Costa
31/08/2017

A palavra privatizar é definida como: “realizar a aquisição ou incorporação de (empresa do setor público) por empresa privada”, “colocar sob o controle de empresa particular a gestão de (bem público)”.

Foi anunciado recentemente pelo atual governo golpista (sem voto, sem credibilidade popular) a aceleração do processo de depredação e entrega do patrimônio público com um amplo programa de privatizações, que pretende transferir áreas de mineração e exploração de petróleo e gás (incluindo o pré-sal), usinas e empresas de energia, portos, ferrovias e outros.

Portanto, o que teria demais que uma empresa pública (de todos) fosse adquirida por uma empresa privada (de alguns)?

Existem setores estratégicos em um país que devem ser conduzidos, geridos pelo Estado. Setores esses essenciais à soberania do país e conquista de direitos alienáveis. O setor elétrico é um deles. E vários países chamados desenvolvidos entendem assim (França, Alemanha, Austrália…).

Uma das empresas arroladas na privatização é a Eletrobrás, a maior companhia do setor de energia elétrica da América Latina, atuando no segmento de geração, transmissão e distribuição, controlando 15 subsidiárias. É uma empresa de participações que tem 50% do capital social da Itaipu Binacional. Além disso, diretamente ou através de subsidiárias, possui participação em mais de 170 Sociedades de Propósito Específico (SPE). Entre 2012 e o primeiro trimestre de 2016 distribuiu a seus acionistas mais de R$ 9 bilhões de dividendos e juros sobre capital próprio.

A justificativa para a privatização desta empresa é a de melhorar a eficiência e a qualidade, além de diminuir as tarifas e abater a dívida pública. Todavia, experiências recentes, vindas do governo FHC, mostraram que com as privatizações realizadas naquele governo (os mesmos personagens que comandaram o processo de privatização na época o fazem hoje no governo golpista), a dívida pública só aumentou, as tarifas aumentaram muito acima da inflação e aconteceu o racionamento. Esta foi a consequência direta da privatização de parte importante do setor elétrico (toda distribuição, parte importante da transmissão e uma pequena parte da geração).

É uma afronta à inteligência de qualquer cidadão/cidadã deste país o discurso do serviçal ministro de Minas e Energia, que desavergonhadamente mente à nação brasileira sobre os benefícios de privatizar a Eletrobrás e outras áreas subordinadas a seu ministério. É crime lesa-pátria o que este Coelho (pai investigado por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro) vem patrocinando, amparado por um governo com total falta de legitimidade e inimigo da democracia brasileira. Esperamos que em algum momento tenha a punição devida.

O ministro borbônico age como mero serviçal dos interesses do mercado, do agronegócio, do capital e do sistema financeiro. Totalmente na contramão dos interesses da maioria do povo brasileiro. Um antibrasileiro oriundo do sertão pernambucano, que será lembrado pelo entreguismo dos bens públicos em seu curto mandato (esperamos assim). Triste sina para os petrolinenses.

Leia também:

Um borbônico no Ministério de Minas e Energia

Energia e desenvolvimento soberano em dez lições

Comentários à “democratização da Eletrobrás em Bolsa”

Heitor Scalambrini Costa é professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco.

Fonte. Correio da Cidadania

Doria corta de R$ 5,5 bi para R$ 1 bi a previsão de investimentos neste ano

Doria corta de R$ 5,5 bi para R$ 1 bi a previsão de investimentos neste ano
Não tem vergonha alguma de vender os bens da cidade e mentir sobre suas realizações

ELE FINGE QUE TRABALHA E UNS TONTOS ACREDITAM

RECURSOS EXISTEM. ONDE ESTÃO ?
SEMPRE QUERENDO PRIVATIZAR PARA FAVORECER EMPRESAS AMIGAS
SE ESTAVAM EM QUEDA DESDE 2014, COMO FOI QUE SE GASTOU TANTO COMO DIZEM OS ATUAIS ADMINISTRADORES DE SÃO PAULO?
SE FORAM DESPESAS COM EDUCAÇÃO, SAÚDE E TRANSPORTE, FOI INVESTIMENTO.
A ARRECADAÇÃO DE SÃO PAULO CAIU TANTO A PONTO DE JUSTIFICAR UM CORTE TÃO GRANDE DE APROXIMADAMENTE 82% DE RECURSOS PARA INVESTIMENTO NESTE ANO?
ONDE ESTÃO OS PATINHOS AMARELOS DA LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO?
Fonte: Notícias UOL

Golpista decepcionado, mas não arrependido

Golpista decepcionado, mas não arrependido

O empresário golpista Flávio Rocha, presidente da rede de moda Riachuelo

Ele defende as reformas previdenciárias e trabalhistas que pretendem escravizar os trabalhadores brasileiros (trechos da entrevista dada ao Uol Economia,publicada em 16/06/2017)

AS MENTIRAS QUE OS GOLPISTAS CONTARAM PARA DERRUBAR DILMA

29.11.2016
Do blog DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO, 20.11.16
Por Paulo Nogueira

A matéria mais lida esta semana no DCM dizia respeito a um empresário, Flávio Rocha, dono da Rede Riachuelo. Rocha desprezava os programas sociais, ele que já foi acusado de promover trabalho semiescravo.O título de nosso texto: “Estado Robin Hood acabou”, diz dono da Riachuelo, condenada a pagar pensão mensal a costureira que colocava elástico em 500 calças por hora… Os leitores se indignaram, e a nota viralizou.

Rocha, isto não estava em nosso texto, teve um papel expressivo no golpe.

Ele foi um dos primeiros empresários a defender a queda de Dilma publicamente.

E usou uma tática que hoje, passados seis meses, sabe-se que foi uma infame mentira destinada a ludibriar brasileiros desinformados.

Numa entrevista à BBC, ele afirmou que a economia se recuperaria “instantaneamente” com o impeachment.

Repito: instantaneamente.

Ele foi adiante:

O impeachment vai significar o fim desse ciclo que eu acabei de mencionar. Temer tem grande habilidade política e seria capaz de dar um propósito (ao governo) e criar homogeneidade de ação no Congresso. O PMDB tem um plano de governo que acredito ser a síntese das medidas mais urgentes para o Brasil hoje – o Ponte para o Futuro. Tenho a impressão de que, com o compromisso de não ser candidato a reeleição, Temer vai fazer do seu grande projeto de vida colocar em prática essas medidas e garantir a transição. Seria um legado excepcional para o próximo presidente.

Legado excepcional. Pausa para rir.

A dura realidade mostrou o real legado de Temer, e a brutalidade das mentiras que foram contadas para embelezar a narrativa do golpe.

Quem paga por isso?

Como demonstra o Tijolaço hoje, a “recuperação econômica” só existiu nas colunas de jornal, alimentadas por palavras como as de Rocha, destinadas a desestabilizar a democracia e destruir 54 milhões de votos. As fábricas brasileiras trabalham hoje com o menor índice de ocupação em 16 anos.

No mundo real, a economia não apenas piorou como a crise política deu um salto formidável. Onde o PMDB com seu plano perfeito para o Brasil, como disse Rocha?

Os historiadores da posteridade haverão de registrar as manobras sujas com que foi tramada a destruição da democracia: mentiras, mentiras e ainda mentiras.

O dicionário Oxford acaba de eleger a palavra do ano, inspirada na campanha cheia de lorotas de Trump: “pós-verdade”.

Pois é.

A “pós-verdade” é o retrato perfeito do golpe sofrido pelo Brasil.

Greve Geral em junho

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