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Storia Entrevista: Juca Kfouri, política e futebol

Uma entrevista interessante de Juca Kfouri sobre política e futebol.

Guardiola e o laço amarelo

Josep Guardiola, técnico do Manchester City, catalão de nascimento, está causando mais polêmica. Em 17 de outubro, quando venceu o Napoli da Itália pela Liga dos campeões, ele dedicou a vitória aos líderes catalães presos por incentivar votos a favor da independência da Catalunha.Jordi Sánchez e Jordi Cuixart foram presos preventivamente. A Catalunha faz parte da Espanha, mas muitos catalães defendem a independência.

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“É um bom momento para dedicar a vitória a eles. Não há civilidade maior que as ideias. Os dois sempre fizeram tudo com civilidade, expressando suas ideias, o que queremos”, disse na entrevista coletiva após o fim da partida.

Nascido em Santpedor, cidade catalã que fica a 63 km de Barcelona, Guardiola passou a demonstrar seu apoio aos líderes encarcerados de forma alternativa: com um laço amarelo do lado esquerdo de seu peito, representando a Catalunha.

A ‘estreia’ do laço de Guardiola aconteceu na vitória por 3 a 2 do City sobre o West Bromwich, em 28 de outubro, pelo Campeonato Inglês. Desde então, o técnico já utilizou o item em outros oito jogos do City, incluindo duas partidas da Liga dos Campeões contra Feyenoord e Shakhtar Donetsk.

Hepta Campeão Brasileiro – Corinthians Grande, sempre Altaneiro…

Hepta Campeão Brasileiro – Corinthians Grande, sempre Altaneiro…

Pico do Jaraguá

Pico do Jaraguá

No último domingo, dia 15, fiz uma visita ao Pico do Jaraguá. Foi bastante legal e proveitosa. Depois eu conto como foi e posto as fotos aqui…

Acordei cedo, por volta das 8h da manhã. Saí de casa umas 9h. Peguei uma lotação até o metrô. Fui de metrô até a estação Barra Funda. Lá peguei um trem da CPTM até a estação Jaraguá. Depois peguei dois ônibus pra chegar até o Pico. Viagens curtas de ônibus. Uns 10 a 15 minutos até chegar na entrada do Parque Estadual Jaraguá onde fica o Pico.

Entrei, tirei umas fotos de uns patos que ficam por ali. Tenho dúvidas se são patos. As fotos com certeza eu tirei. Como já tinha um tempo que eu havia tomado o café da manhã, tomei um lanchinho antes de subir o morro.

Enquanto comia, via os passantes. Eram pessoas normais, mas cada um com suas manias, fetiches, roupas diferentes, brincadeiras e esquisitices. Acho que eu também era esquisito pra eles. Somos quase todos esquisitos.

Desta vez levei a câmera e tirei várias fotos. Destaque para as fotos da trilha do Pai Zé, que eu tirei completa, trecho a trecho, do início até o fim. Também tirei fotos lá de cima, da paisagem ao redor da antena principal que tem no topo do Pico.

O dia estava bom pra subir o morro, mas havia poucas pessoas no parque. Eu achei bom. Assim não tinha gente atrapalhando as fotos.

A subida foi tranquila. Não foi cansativa. Estou em boa forma.Nem precisei parar pra tomar um fôlego. Subi em primeira até o fim. Deu umas dores leves no músculos,mas nada que me fizesse parar.

Quando cheguei lá em cima, dei uma volta ao redor da antena para ver a paisagem. O Pico é o ponto mais alto da cidade de São Paulo. É legal estar lá e ver as coisas. Tirei umas fotos e fiz uma filmagem. Fiz uma breve refeição e fiquei ali só observando, descansando e meditando.

Muitas coisas passaram pela minha cabeça. Não dá pra contar muito. Foram coisas banais, cotidianas e algumas muito pessoais. Eu queria limpar a mente um pouco. Queria respirar um ar puro, oxigenar a mente, pensar nas coisas da vida, fazer alguns planos e arquitetar sua realização.

Não sei exatamente quanto tempo levei para subir, talvez uma hora ou alguns minutos mais . Pra descer foi um raio: 30 minutos. Eu me surpreendi, tinha visto que o tempo de subida e descida era de 2 horas e meia.

Fui ao ponto, peguei um ônibus até perto da estação de trem, peguei o trem até a Barra Funda. De lá fui de metrô até Artur Alvim e peguei uma van até perto de casa. Eram por volta de 18h 30 quando cheguei em casa.

 

 

13 de outubro de 1977 – um dia para jamais ser esquecido

13 de outubro de 1977 – um dia para jamais ser esquecido

1977 – O ano que não acabou

13 de outubro de 1977 é um dia no qual nenhum corinthiano pode esquecer.
13 de outubro de 1977 é um dia no qual todos os corinthianos devem agradecer ao Basílio que fez aos 36 do segundo tempo o gol mais importante da história do futebol.

O gol da quebra do tabu

Nesta data, uma noite em São Paulo, uma quinta-feira no Estádio Cicero Pompeu de Toledo, mais conhecido como Morumbi, o time do povo conquistava o Campeonato Paulista com uma vitória épica, magistral sobre Ponte Preta.

Temos que agradecer a todos que estiveram naquele jogo, hoje, dia 13 de outubro de 1977 é dia de agradecer a Geraldão, Moisés, Vaguinho, Luciano, Romeu, Palhinha, Ruço, Tobias, Wladimir, Claudio Mineiro, Zé Eduardo, Basílio, Edu, Ademir, Zé Maria, Givanildo, Darçy, Jairo, Adãozinho, Lance, Rubens Nicola, Beline, Góis, Jenildo.
Agradecer ao Duque que comandou o clube por 13 partidas antes da queda para assumir Oswaldo Brandão.
Agradecer a José Teixeira que dirigiu o time no jogo entre Corinthians 3×1 XV de Piracicaba quando o treinador Oswaldo Brandão não pode ficar no banco de reservas.

Uma campanha magistral, de um time de guerreiros, que em 48 jogos, conquistou 30 vitórias, 6 empates e teve 12 derrotas. Marcou 73 gols e sofreu 38 com um saldo de 35 gols.

Dizem que não devemos sentir inveja de ninguém, de nada, mas eu sinto uma pontinha de inveja das 86.677 que estiveram no estádio, ao vivo e puderam ver o gol de Basílio, que puderam comemorar, vibrar e tirar aquele grito entalado na garganta de é campeão.

Se Deus me desse o direito de voltar no tempo uma única vez, eu gostaria de estar neste estádio, neste dia, para poder me emocionar com estes jogadores.

A todos vocês, o meu obrigado.

Heróis de uma conquista inesquecível – Zé Maria, Tobias, Moisés, Ademir, Wladimir, Ruço,

Basílio, Luciano, Vaguinho, Geraldão, Romeu. Muito obrigado.

 

Fonte: República do Corinthians