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Vírus pode ter afetado mais 700 milhões de e-mails

Vírus pode ter afetado mais 700 milhões de e-mails

Robô virtual invade contas pessoais, dispara spam e rouba dados bancários

virus

Um robô digital (bot) criado para espalhar vírus e roubar dados pessoais de internautas já afetou mais de 700 milhões de e-mails no mundo inteiro em um ataque que está sendo considerado o maior nessa modalidade em 2017.

Batizado de Onliner, o bot consegue ter acesso a informações pessoais, como senhas de contas bancárias, além de disparar mensagens de spam e contaminar outras contas de e-mail.

O alerta do ataque foi dado pelo site HaveIBeenPwned, que regularmente informa sobre vazamento em massa de dados virtuais. Criado pelo australiano Troy Hunt, especialista em segurança digital, o site já identificou que o bot Onliner pode ter sido disparado a partir de um servidor na Holanda.

A recomendação nesses casos é mudar a senha do e-mail. Para verificar se o seu é um dos atingidos pelo bot, clique aqui. “Eu mesmo fui afetado. Duas vezes”, escreveu Hunt em seu blog.

Medidas simples de segurança virtual, como não clicar em links suspeitos recebidos por e-mail ou mensagem no celular e não baixar arquivos enviados dessa forma, ajudam a manter o computador longe da ação de hackers.

Fonte: Band

 

Dupla de artistas cria ferramenta para clonar sites. Mas isso é arte?

Dupla de artistas cria ferramenta para clonar sites. Mas isso é arte?

The New York Times. BBC. TechCrunch. Fox News. ONU.

Esses são alguns dos sites que podem ser “clonados” facilmente por qualquer um. Você não precisa ter os conhecimentos de um hacker para utilizar a ferramenta Clone Zone, que permite que uma página da internet seja duplicada e depois editada com o conteúdo que o usuário desejar.

Clones

Na prática, você pode escolher, por exemplo, uma página do New York Times, cloná-la e editá-la com informações falsas. E depois pode distribuir o link por meio de redes sociais como se fosse realmente um material publicado pelo centenário jornal norte-americano.

Isso foi feito e teve repercussão ruidosa. Há pouco tempo, por meio do Clone Zone, alguém espalhou uma página com o layout do NYT, com a assinatura de um repórter do NYT, que afirmava que a senadora Elizabeth Warren estaria apoiando a candidatura do pré-candidato democrata Bernie Sanders.

O artigo falso teve mais de 50 mil visualizações e foi compartilhado por 15 mil pessoas no Facebook até ser retirado do ar, a pedido do New York Times – o jornal chegou a publicar um texto explicando o caso. Até mesmo profissionais envolvidos na campanha de Sanders repassaram a notícia falsa.

O Clone Zone foi criado por um estúdio chamado 4Real, no qual trabalham os artistas e designers Analisa Teachworth e Slava Balasnov e baseado em Nova York – o estúdio integra uma incubadora de start-ups ligada ao New Museum, instituição nova-iorquina dedicada à arte contemporânea.

O argumento de Analisa e Slava para justificar a criação do Clone Zone e responder às críticas de que a ferramenta serve apenas para a distribuição de notícias falsas (com consequências que podem ser graves) é o de que o site é um projeto “artístico”.

“Nossa perspectiva é a de que arte pode ser qualquer coisa. (O Clone Zone) É uma observação sobre como a informação é espalhada”, disse Analisa ao “Washington Post”.

O Motherboard, site da Vice, lembra que o Clone Zone não é o primeiro caso de clonagem de sites – em 1998, uma dupla de italianos usou o endereço vaticano.org para criticar a Igreka Católica, e o coletivo Yes Men criou diversos sites falsos para zombar de empresas e personalidades como George W. Bush e Dow Chemical.

A diferença é que, como disse acima, o Clone Zone é uma ferramenta aberta e que pode ser utilizada por qualquer pessoa.

Ao site Hopes and Fears, a dupla afirma que há uma “ideia conceitual” por trás do Clone Zone. “O que é informação real e o que é informação falsa hoje em dia? Em quem você pode confiar e em que você não pode?” Slava diz que o interesse está em ver “pessoas usando a ferramenta para criar um conteúdo de qualidade de uma maneira crítica ou subversiva”.

O argumento me parece bem fraco. Conteúdo de qualidade, crítico ou subversivo, pode ser feito e distribuído de inúmeras formas (blogs, sites autorais etc.). Quanto a ser uma peça artística, fica ao gosto do freguês.

Fonte: Blog do Thiago Ney

Campus Party Brasil 2016 terá transmissão online

Campus Party Brasil 2016 terá transmissão online

Evento acontecendo em São Paulo entre os dias 26 e 31 de janeiro

Campus Party Brasil terá transmissão online

Campus Party Brasil terá transmissão online

A Campus Party Brasil 2016 acontece no Anhembi, em São Paulo, entre os dias 26 e 31 de janeiro. Nesta 9ª edição na capital paulista, o festival de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e entretenimento digital usará a temática “Feel The Future”.

O objetivo é apresentar inovações tecnológicas que provocarão uma verdadeira revolução em setores como telecomunicações, transportes, energia, entre muitos outros.

Para os campuseiros e interessados que não puderem participar in loco, a organização da CPBR9 preparou a transmissão online do evento. Para assistir basta acessar o endereço http://campuse.ro.

Detalhe da última edição da Campus Party Brasil

Detalhe da última edição da Campus Party Brasil

Desde a sua primeira edição, na Espanha, a Campus Party encontrou um público tão entusiasmado que cresceu e se internacionalizou passando a ter, a partir de 2008, edições no Brasil, Inglaterra, Alemanha, Colômbia, México Equador e El Salvador.

Pequenos grandes erros de Português

Pequenos grandes erros de Português

Errus

Qualquer um pode ter algum “lapso” qualquer dia e publicar “sem querer” textos na internet com erros de português. Mas quando se trata de celebridades – seguidas por inúmeros fãs – a confusão gramatical acaba rapidamente disseminada e pode virar um grande mico nas redes sociais. Para evitar a reprodução desses erros, o UOL separou alguns casos e pediu para o professor Antonio Carlos Olivieri corrigi-los.

Lembre-se! Preste o máximo de atenção ao que está escrito e revise o texto antes de postar qualquer coisa na internet ou nas redes sociais #ficaadica

ansiosaNão existe a palavra “anCiosa”. O certo é “anSiosa”.

fake

Não foi colocada a vírgula depois da expressão “Se ninguém mandar nada”. Além disso, a palavra “aloca” – escrita tudo junto – é a conjugação do verbo alocar na terceira pessoa do presente do indicativo, corrige o professor. Seria melhor dar um espaço entre o “a” e “loca”. Ficaria melhor se tivesse aspas em “fake”, por ser uma palavra estrangeira.

sonoNormalmente, Sujeito e predicado não podem ser separados por vírgula.

beka

O “tô” deve aparecer acentuado ou substituído por “estou”. O correto é “Vou me jogar” porque está se referindo a si mesmo. Depois é necessário colocar a vírgula entre dois termos repetidos (“já, já”). Por último, o certo é usar “Amo estar perto dos (das) meus (minhas) fãs”. “Usa-se ‘tá’ no lugar de ‘está’, mas não no lugar de estar”.

felizNeste caso, é mais elegante omitir a terminação do primeiro termo. Em seguida, ele se atrapalhou no uso dos porquês em sua frase. “O porquê é, nesse caso, um substantivo que equivale a motivo ou razão, tendo de ser acentuado”, explica Olivieri. O professor acrescenta que a frase ficaria ainda mais correta com uma vírgula depois do advérbio “infelizmente”.

carasFaltou colocar a vírgula antes de “as revistas Caras e Conta Mais”. “Entendo que ‘meus amores’ é um vocativo ou um aposto, então faltou uma vírgula”, explica Olivieri.

mulher

Houve confusão na conjugação do verbo “discutir”. O certo é ‘discute’, 3ª pessoa do singular do presente do indicativo. ” Discuti” é  1ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo. O “por que” deixa implícito o motivo ou razão de “estar certa”. Logo, não é um substantivo e o artigo “o” é desnecessário.

angelicaA expressão é proibida pela gramática. Segundo o professor Olivieri, o correto é dizer/escrever “Há 8 anos” ou “8 anos atrás”.

huck

A oração é subordinada substantiva subjetiva, representa o sujeito da oração.Normalmente, não se separa sujeito do predicado.

cacaarlinhos

Misturaram-se os pronomes pessoais tu e você nas conjugações verbais. O uso da crase antes de “Deus (nome masculino)” está errado. Se usar o pronome tu, o correto é: “Por menor que sejas ou te julguem, sente-te sempre grande e superior! Pede sempre proteção a Deus”.

mcgui

Deve-se respeitar a concordância do verbo, cujo sujeito é “todos” e tem de estar no plural.

mcGuime Três erros: dois advérbios terminados em “mente” no início da mensagem, esqueceu-se do til em “não” e flexão incorreta do infinitivo do verbo “esperar”. “O infinitivo é o ‘nome do verbo’. É como se fosse um substantivo, não precisa flexionar e não há com isso erro de concordância. Erro de concordância é flexionar”, explicou Olivieri.

Thaila Separou-se o sujeito do predicado em desacordo com regras gramaticais. Contramão não é separado por hífen.

Valesca

“Estarei fazendo” é gerundismo (uso inadequado do gerúndio). O certo é “Hoje vou fazer” ou “Farei show”. Outro erro no horário de início do show: o “a” deve ter crase nesse caso. A frase correta é “Hoje vou fazer Porto Alegre às 20h”.

Fonte: Uol Educação.

 

Anatel convoca consumidores para ajudar a verificar qualidade da internet

Anatel convoca consumidores para ajudar a verificar qualidade da internet

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu inscrições para voluntários que queiram ajudar a reguladora no acompanhamento da qualidade da banda larga fixa brasileira. Para participar do projeto, basta fazer a inscrição por meio do site www.brasilbandalarga.com.br e seguir as orientações encaminhadas, por e-mail, pela Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ). Os selecionados não têm qualquer gasto para a instalação do equipamento e também não serão remunerados.

As medições da qualidade da banda larga fixa será feita por meio de um equipamento medidor – batizado de whitebox – instalado nas conexões de voluntários. Segundo a Anatel, o equipamento não coleta qualquer informação pessoal, nem interfere ou monitora a navegação do usuário. Aliás, a agência afirma que dados do voluntário e de navegação não são coletados na pesquisa.

Após a inscrição, o consumidor deve fazer o teste de velocidade (speed test) de suas conexões, conforme orientações da EAQ a agência explica, que esse teste deve ser feito, obrigatoriamente, a partir de um computador ligado à internet por meio da conexão informada durante a inscrição. A partir da validação dos dados no teste de velocidade é que o voluntário é considerado apto a participar do projeto de medição da qualidade da banda larga fixa. Entre os habilitados, será realizado um sorteio para a seleção dos que receberão o whitebox.

Caso o inscrito não receba qualquer contato por e-mail, deve verificar sua caixa de spam ou entrar em contato com a EAQ pelo e-mail (suporte@brasilbandalarga.com.br).

A partir dos dados registrados pelos medidores (whiteboxes) instalados nos domicílios dos voluntários selecionados, são acompanhados seis indicadores:

– velocidade instantânea – velocidade de upload e download apurada no momento de utilização da internet pelo usuário;

– velocidade média – média das medições de velocidade instantânea apuradas durante o mês;

– latência – período de transmissão de ida e volta de um pacote, entre a casa do voluntário e o servidor de medições;

– jitter (variação de latência) – instabilidade na recepção da informação (pacotes de dados);

– perda de pacotes – ocorre quando, por falha ou baixa qualidade da conexão, um dos pacotes não encontra seu destino ou é descartado pela rede;

– disponibilidade – período durante o mês em que o serviço ofertado pela prestadora esteve disponível para o usuário.

Fonte: Catraca Livre e Youtube