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Entrevista – Wanju Duli

Entrevista com Wanju Duli, escritora e autora do blog Ocultismo Magnífico.

Contos de um homem corajoso

Hoje eu irei falar sobre comoção e sobre o poder da mídia.

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Heróis e vilões fazem parte da nossa mitologia, eles podem surgir de repente em nossa vidas e podemos aclamá-los, vibrar com suas conquistas ou torcer pelas suas derrotas (#ForaTemer). Estamos essa semana triste, pois perdemos o ator global Domingos Montagner, protagonista da atual novela das oito.

Como um herói grego ao se deparar com a força da natureza, foi tragado pelo rio São Francisco. Domingos deixa família e amigos, além de um monte de admiradores do seu trabalho, trabalho visto principalmente na televisão. Hoje ao olhar ao céu tentemos lembrar de seus grandes feitos.

Vivemos além do país da Globo e do Golpe, no país do futebol. Muita gente mais velha se lembrará com orgulho da seleção de 82, outros falarão sobre a de 94 e os mais novos de 2002, mas ficará marcado pra sempre em nós que estão vivos a tragédia do Mineirão na Copa de 2014. Mas a onde eu quero chegar, é que sem a televisão (a mídia) não teríamos visto esses feitos. Será que a televisão e atualmente a internet são hoje algo similar ao que Homero foi um dia?

Um adeus a todos aqueles e aquelas que um dia já nos inspiraram.

Sexta-Feira Santa

Sexta-Feira Santa

6aSta1Moradores de rua e entidades católicas realizam a Via Sacra do Povo da Rua pelas ruas e avenidas do centro de São Paulo, em celebração da Sexta-feira Santa (Nelson Antoine/Framephoto/Estadão Conteúdo).

6aSta2A movimentação foi intensa no Mercado do Peixe, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, na manhã desta Sexta-feira Santa. Como muitas pessoas deixam de comer carne nesta época do ano, a alta procura pelo Mercado do Peixe tornou-se uma atração anual no Estado do Rio, sempre no período da Páscoa ( Paulinho Pas/Futura Press/Estadão Conteúdo).

6aSta3Fiéis encenam a prisão e crucificação de Jesus Cristo nas ruas de Belém, em celebração a Sexta-feira Santa. A festividade foi realizada por católicos da Igreja Capuchinho (Tarso Sarraf/Estadão Conteúdo).

6aSta4Católicos celebram a Sexta-feira Santa com vigília e encenação do calvário de Jesus Cristo na cidade de Sabará, em Minas Gerais. A procissão saiu do Largo de São Francisco e seguiu até a Igreja e Nosso Senhor do Bom Jesus (Uarlen Valério/O Tempo/Estadão Conteúdo).

6aSta5 Atores encenam a Paixão de Cristo na cidade de Santana de Parnaíba, em São Paulo. O elenco conta com mais de 500 voluntários, e a representação da prisão e crucificação de Jesus Cristo é considerada uma das principais manifestações típicas da Páscoa no país (Alex Falcão/Futura Press/Estadão Conteúdo).

Significado da Sexta-Feira Santa

A Sexta-feira Santa, ou ‘Sexta-feira da Paixão’, é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.

Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.

A Sexta-feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira Sexta-feira de lua cheia após o equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril.

Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é o único dia em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.

Por ser um dia em que se contempla de modo especial Cristo crucificado, as regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no seguinte (Sábado Santo) se venere o crucifixo com o gesto da genuflexão, ou seja, de joelhos.

No entanto, mesmo sem a celebração da missa, tem lugar, no rito romano, uma celebração litúrgica própria deste dia. Tal celebração tem alguma semelhança com a celebração da Eucaristia, na sua estrutura, mas difere essencialmente desta pelo facto de não ter Oração eucarística, a mais importante parte da missa católica.

A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida por uma liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes. Presidida por um presbítero ou bispo, paramentado como para a missa, de cor vermelha, a celebração segue esta estrutura:

  • Entrada em silêncio do presidente e dos ministros, que se prostram em adoração diante do altar oração colecta.
  • Liturgia da Palavra: leitura do livro de Isaías (quarto cântico do servo de Javé, Is 52,13-53,12), salmo 31 (30), leitura da Epístola aos Hebreus (Hebr 4, 14-16; 5, 7-9), aclamação ao Evangelho e leitura do Evangelho da Paixão segundo João (Jo 18,1-19,42, geralmente em forma dialogada).
  • Homilia e silêncio de reflexão.
  • Oração Universal, mais longa e solene do que a da missa, seguindo o esquema intenção – silêncio – oração do presidente.
  • Adoração da Cruz: a cruz é apresentada aos fiéis e adorada ao som de cânticos.
  • Pai Nosso
  • Comunhão dos fiéis presentes. Toma-se pão consagrado no dia anterior, Quinta-Feira Santa.
  • Oração depois da comunhão.
  • Oração sobre o povo.Obs: Em muitas cidades históricas como: Paraty, Ouro Preto, Pirenópolis e Jaraguá – GO a Celebração da Paixão e Morte do Senhor é procedida da Procissão do Enterro, também conhecida como Procissão do Senhor Morto, em que são cantados motetos em latim.Toda a liturgia católica deste dia está em função de Cristo crucificado. Assim, a liturgia da Palavra pretende introduzir os fiéis no mistério do sofrimento e da morte de Jesus, que assim aparece como uma acção livre de Cristo em ordem à salvação de toda a humanidade.

    A veneração da cruz, símbolo da salvação, pretende dar expressão concreta à adoração de Cristo crucificado.

    A comunhão eucarística é, para a Igreja, a forma mais perfeita de união com o Mistério pascal de Cristo, e por isso é um ponto culminante na união dos fiéis com Cristo crucificado. O fato de se comungar do pão consagrado no dia anterior vem exprimir e reforçar a unidade de todo o Tríduo Pascal.

    Além da celebração da Paixão do Senhor, rezam-se as diversas horas litúrgicas da Liturgia das Horas.

A Igreja exorta os fiéis a que neste dia observem alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Assim, convida-os à prática do jejum e da abstinência da carne.

Exercícios piedosos, como a Via Sacra e o Rosário, são também recomendados como forma de assinalar este dia especialmente importante para a fé cristã.

Fonte: Uol Notícias e Catolicismo Romano

Olha o Carnaval aí, gente!

Olha o Carnaval aí, gente!

Carnaval - Rio de Janeiro, 1989: Cristo encoberto em carro alegórico desfila na ala dos mendigos na escola de samba Beija-Flor após ser proibido, no sambódromo da Marques de Sapucaí, no Rio de Janeiro (RJ). (Rio de Janeiro (RJ), 07.02.1989. Foto de Luiz C. Caversan/Folhapress)

Carnaval – Rio de Janeiro, 1989: Cristo encoberto em carro alegórico desfila na ala dos mendigos na escola de samba Beija-Flor após ser proibido, no sambódromo da Marques de Sapucaí, no Rio de Janeiro (RJ). (Rio de Janeiro (RJ), 07.02.1989. Foto de Luiz C. Caversan/Folhapress)

A imagem é famosa: um Cristo Redentor totalmente coberto por um plástico preto, cercado de mendigos e uma faixa com os dizeres: “mesmo proibido, olhai por nós”. A Beija-Flor de Joãosinho Trinta pretendia mostrar um Cristo mendigo na Maquês de Sapucaí, mas a Arquidiocese do Rio de Janeiro, ao tomar conhecimento da obra, foi à Justiça para impedir a apresentação da escultura – e conseguiu. O ano era 1989, e a relação entre a Igreja e o Carnaval no Rio de Janeiro mudou muito desde então.

Os tempos agora são de tolerância e diálogo, para evitar que cenas como aquelas se repitam. O exemplo mais recente é a Estácio de Sá. A campeã da Série A (acesso) em 2015 volta ao Grupo Especial com o enredo sobre São Jorge. Precavido, o carnavalesco Chico Spinosa tomou a iniciativa, junto do presidente Leziário Nascimento, de levar a ideia ao cardeal arcebispo dom Orani Tempesta.

“Conversamos com dom Orani, explicamos o enredo, mostramos a sinopse e o Chico deu uma aula de São Jorge”, conta Nascimento, cuja escola recebeu a bênção do padre Wagner Toledo.

Desde então, outros encontros aconteceram. A derradeira visita de membros da Cúria ao barracão aconteceu na última sexta-feira, pouco mais de uma semana antes do desfile. E segundo as partes envolvidas, está tudo aprovado, “de acordo com as orientações da Arquidiocese”, disse a coordenadora jurídica da entidade, Claudine Dutra.

As orientações, no caso, foram duas principais: as imagens do santo deveriam estar estilizadas e nada de nudez. Sincretizações não foram vetadas. Portanto, nenhum problema com Ogum.

Além disso, o local onde São Jorge apareceria também foi motivo de preocupação, cessada após a notícia de que a imagem virá num carro, cercada pela Velha Guarda estaciana. “Acho que (a imagem) está bem protegida”, afirmou Claudine.

Cartaz do enredo sobre São Jorge da Estácio de Sá: no desfile, nada de nudez

Cartaz do enredo sobre São Jorge da Estácio de Sá: no desfile, nada de nudez

O samba, que fala em “manto carregado de axé”, também recebeu atenção e passou pelo crivo da arquidiocese. Continue lendo

Se você não existisse, que falta faria?

Esse vídeo fez eu refletir sobre determinadas coisas, inclusive olhar a vida de outra forma. Vale a pena assistir, recomendado.