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CLÍNICA CORPO EM EQUILÍBRIO PROMOVE VIVÊNCIA EM PILATES E ACROYOGA GRATUITA NO PARQUE CENTRAL

Pioneira na modalidade Acroyoga na região do ABC, a Clínica Corpo Equilíbrio promove uma Vivência em Pilates e Acroyoga gratuita no Parque Central no dia 17 de dezembro e convida a população para uma experiência prazerosa com essas técnicas que podem ser praticadas por qualquer um, independente da idade e condição física.

ÚLTIMA AULA ESPECIAL DO ANO DA CLÍNICA CORPO EM EQUILÍBRIO NO PARQUE CENTRAL EM SANTO ANDRÉ

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No dia 17 de dezembro, a partir das 10h00, a Clínica Corpo em Equilíbrio realiza a última Vivência em Pilates e Acroyoga e encerra sua programação do ano, no Parque Central de Santo André. Sob o comando da fisioterapeuta Fabi Silva, a equipe da clínica convida a população do Grande ABC para uma experiência muito diferente e inclusiva através de uma vivência gratuita das técnicas de Pilates e Acroyoga. Em uma aula aberta, serão apresentados exercícios simples das duas modalidades, além de dicas de exercícios, alongamentos e troca de informações sobre saúde e qualidade de vida. Não é necessário ter qualquer tipo de experiência com essas técnicas para poder participar e a vivência é aberta para o público de todas as idades. A Clínica Corpo em Equilíbrio promove um sábado de prática de exercícios ao ar livre e um encontro prazeroso e harmônico com a população. Continue lendo

Ansiedade e síndrome do pânico

Nesse vídeo, o youtuber PC Siqueira fala de sua experiência com essas doenças mentais.

Ato contra violência sexual estende varal com roupas sujas de sangue no Rio

Ato contra violência sexual estende varal com roupas sujas de sangue no Rio

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Um ato contra a violência sexual e em apoio à jovem de 16 anos vítima de um estupro coletivo na zona oeste do Rio ocupa as areias da praia de Copacabana, na zona sul da cidade, na manhã deste sábado (28). Um varal com 33 peças de roupa sujas de “sangue” foi estendido em frente ao hotel Copacabana Palace e chamou a atenção de quem passava pelo local.

O número de roupas estendidas é uma referência aos 33 homens que participaram do estupro coletivo, de acordo com o depoimento da adolescente à polícia. A organização do ato também planejava distribuir 130 rosas para mulheres que passassem pelo local, em alusão aos 130 estupros diários que ocorrem no Brasil.

Além do varal, os ativistas ainda colocaram cartazes com os dizeres “Não me estupre”, “Mulheres não merecem violência, mulheres merecem flores” e “Violência não é um sinal de força, é um sinal de desespero e fraqueza”.

Ontem à noite, dezenas de manifestantes se reuniram em frente ao Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), no centro da cidade. Os manifestantes estenderam faixas contra a violência sexual e depois saíram em marcha até o Palácio Capanema, sede do Ministério da Cultura no centro do Rio, onde há uma ocupação de ativistas contra o governo do presidente em exercício Michel Temer (PMDB).

Fonte: Uol Notícias

“Combater corrupção é mais importante que…” Para! Cê tá loka, miga?

“Combater corrupção é mais importante que…” Para! Cê tá loka, miga?

Leonardo Sakamoto

“Japonês, combater corrupção é mais importante que combater trabalho escravo.”

Acho que estou ficando velho para ouvir certas coisas. Pois, nesse momento, passou pela minha cabeça um tratado sobre o maniqueísmo das coisas e a natureza sui generis do pensamento humano. Mas, felizmente ou infelizmente, tudo o que saiu como resposta foi algo do tipo “Miga, sua lôka, sem competição de desgraça, plis!”

Devo confessar que tenho mais horror a esse tipo de coisa do que aos companheiros semoventes que ousam empregar catchup e mostarda na pizza. O horror… O horror!

Mesmo que utilizar trabalho escravo também não estivesse ligado a diversas formas de corrupção, ao subverter instituições em proveito da evasão fiscal, do lucro pessoal e do aumento do poder de competitividade de uma empresa, já seria um crime contra a humanidade, uma das piores formas de degradação.

Esse tipo de pensamento “a minha desgraça é mais importante que a sua, então tem que ser resolvida antes” me lembra muito o velho e bom “vamos primeiro fazer crescer o bolo, mas depois dividi-lo”, muito em voga na última ditadura civil-militar. Mas também sua versão revolucionária: “primeiro, alimentar o proletariado, depois combater o machismo”.

Dois equívocos históricos que ainda não foram devidamente esmiuçados e compreendidos. Pois o bolo crescido nunca é dividido. E a vitória do proletariado é vazia se for construída com base na violência de gênero.

A reflexão que envolve apenas um Tico e um Teco não admite a possibilidade de múltiplas frentes atacando vários problemas políticos, econômicos e sociais simultaneamente. Não consegue ou não quer compreender a complexidade da sociedade em que vive. Irrita a esse tipo de reflexão tudo o que fuja da eterna luta do bem contra o mal – sendo que, de forma egoísta, ela eleja o que é o bem e o que é o mal.

Porque, no fundo, o que assusta é a pergunta: e se Deus não for tão bonzinho? E se o Diabo tiver qualidades importantes?

Celebra-se nesta quinta (7), o Dia do Jornalista. E, portanto, é meu dever usar a efeméride para questionar se os discípulos de Jeová não foram mais competentes que os de Lúcifer para fazer valer sua versão dos fatos. Afinal, tudo é questão de que discurso é escolhido para ser incensado, divulgado e se tornar hegemônico…

Se, por um lado, a maioria cansada quer fugir da complexidade dessas questões, por outro uma minoria disposta atua de todas as formas possíveis para que essa maioria opte pela fuga. Pois, assim, é ela quem decide o que você vai considerar importante, ou seja, o que deve entrar na agenda da opinião pública. E ela deixa claro que é só uma coisa de cada vez, na ordem que ela deseja.

Quando alguém diz que o combate à corrupção é mais importante que ao trabalho escravo e ao tráfico de pessoas, não está trazendo uma verdade absoluta é inconteste – até porque isso não existe. Está impondo sua agenda à sociedade, porque as duas coisas são importante e, não coincidentemente, complementares. Considerando que esse crime está, ao lado dos tráficos de armas e o de drogas, como um dos mais lucrativos do mundo, de acordo com pelas Nações Unidas, percebe-se que não estamos tratando de migalhas.

Por isso, uma dica: sabe o que é mais importante que combater a corrupção ou o trabalho escravo? Ser capaz de pensar por conta própria.

Sugiro. É libertador.

Fonte: Blog do Sakamoto

Doações de Pearl Jam e artistas brasileiros vão para projetos no rio Doce

Doações de Pearl Jam e artistas brasileiros vão para projetos no rio Doce

Lucas Laranjeira e Rayder Bragon

 

Cerca de R$ 800 mil que vieram da arrecadação de shows em Minas Gerais e São Paulo irão para quatro diferentes projetos voltados para recuperação, monitoramento e projetos de renda para as comunidades do rio Doce, atingido pela onda de lama depois do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro de 2015, no maior desastre ambiental do país.

As famílias atingidas pela barragem em Mariana (MG) receberão mais de R$ 1 milhão que foram doados por várias pessoas após a tragédia. O acordo sobre distribuição do dinheiro foi fechado na semana passada pelo Ministério Público Estadual.

A banda norte-americana Pearl Jam doou US$ 100 mil [aproximadamente R$ 360 mil] arrecadados em um show da banda, no dia 20 de novembro do ano passado, em Belo Horizonte. Durante a apresentação, o vocalista Eddie Vedder pediu a punição aos responsáveis pela maior tragédia ambiental do país.

Outros R$ 440 mil vieram dos shows “Sou Minas Gerais”, ocorridos em Belo Horizonte e São Paulo, e que contaram com artistas como Caetano Veloso, Criolo, Jota Quest, João Barone (Paralamas do Sucesso), Milton Nascimento, Emicida, Tulipa Ruiz, Nando Reis, Maria Gadú, Ney Matogrosso, entre outros.

Três projetos

Três entidades brasileiras são destinatárias dos recursos vindos do show do Pearl Jam. Cada uma receberá US$ 33,3 mil [aproximadamente R$120 mil].

Os projetos foram aprovados pela Vitalogy Foundation, braço social da banda que atua desde 2006 dando suporte a organizações não governamentais cujos trabalhos são voltados para a promoção de saúde de comunidades, meio ambiente, artes, educação e transformação social. Do valor de cada um dos ingressos vendidos para shows da banda, US$ 3 são revertidos para a Vitalogy.

As organizações nacionais que vão receber o recurso são a Confrem (Comissão Nacional para o Fortalecimento das Reservas Extrativistas e dos Povos Extrativistas Costeiros Marinhos), a Fundação Terra e o Ibio (Instituto Bioatlântica).  O montante, que está em fase de transferência bancária, deverá ser liberado em breve, conforme relato de representantes e assessorias das organizações.

Elas disseram ter sido contatadas pela fundação da banda, em meados de dezembro do ano passado, e enviaram propostas de trabalhos que, segundo elas, foram analisadas e aprovadas.

A assessoria do Instituto Terra, mantido pelo fotógrafo Sebastião Salgado, adiantou que, quando estiver disponível, o valor será empregado nos programas mantidos há anos pela instituição e voltados para recuperação de áreas e nascentes degradadas da bacia do rio Doce.

Já a Confrem informou que o dinheiro será destinado a projetos voltados para as comunidades de pescadores artesanais situadas na foz do rio Doce, no Estado do Espírito Santo. As iniciativas serão discutidas com os pescadores impactados pelo derrame de rejeito de minério na região.

Por sua vez, a Ibio relatou que a verba vai ser utilizada em projeto de capacitação de agricultura sustentável “para recuperar e aprimorar a capacidade de produtores rurais atingidos pelo desastre”. O projeto prevê a criação de duas unidades de referência tecnológicas em estabelecimentos rurais da região “para disseminar técnicas, tecnologias e práticas agrícolas de alto rendimento”.

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