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Doria corta de R$ 5,5 bi para R$ 1 bi a previsão de investimentos neste ano

Doria corta de R$ 5,5 bi para R$ 1 bi a previsão de investimentos neste ano
Não tem vergonha alguma de vender os bens da cidade e mentir sobre suas realizações

ELE FINGE QUE TRABALHA E UNS TONTOS ACREDITAM

RECURSOS EXISTEM. ONDE ESTÃO ?
SEMPRE QUERENDO PRIVATIZAR PARA FAVORECER EMPRESAS AMIGAS
SE ESTAVAM EM QUEDA DESDE 2014, COMO FOI QUE SE GASTOU TANTO COMO DIZEM OS ATUAIS ADMINISTRADORES DE SÃO PAULO?
SE FORAM DESPESAS COM EDUCAÇÃO, SAÚDE E TRANSPORTE, FOI INVESTIMENTO.
A ARRECADAÇÃO DE SÃO PAULO CAIU TANTO A PONTO DE JUSTIFICAR UM CORTE TÃO GRANDE DE APROXIMADAMENTE 82% DE RECURSOS PARA INVESTIMENTO NESTE ANO?
ONDE ESTÃO OS PATINHOS AMARELOS DA LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO?
Fonte: Notícias UOL

Hakim Bey e o livro TAZ

Hakim Bey, é o pseudônimo do historiador e poeta Peter Lamborn Wilson, autor que teve dois livros publicados pela editora Conrad no começo dos anos 2000 na coleção Baderna. Um deles, TAZ ou Zona autônoma temporária está disponível em pdf no link abaixo numa outra tradução para domínio público. Leia e descubra o que o autor tem a dizer sobre a liberdade, piratas e as zonas por ele descritas.

Link do livro TAZ

As melhores lojas de camiseta online

Nesse vídeo temos uma lista com as melhores lojas de camiseta online.

GRUPO ESPARRAMA RETOMA ATIVIDADES NO MINHOCÃO COM SEU NOVO PROJETO “NAVEGAR”

Após quatro meses de janelas fechadas, o Grupo Esparrama retoma as atividades no Minhocão com o famoso teatro na janela e inicia o imenso projeto “NAVEGAR”, contemplado pela 29ª edição do Programa de Fomento ao Teatro, com duração de 16 meses. Assim, o grupo expande suas atividades com mais de dez ações diferentes previstas, para falar sobre a relação entre arte, cidade e infância, numa pesquisa que pretende se aproximar do imaginário das crianças. E o projeto é aberto ao público a partir de janeiro, com uma oficina gratuita de manipulação de bonecos e objetos. 

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Plenário da Câmara aprova redação final e conclui votação da proposta em 1º turno

Plenário da Câmara aprova redação final e conclui votação da proposta em 1º turno
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Primeiramente: Fora, Temer! Fora, golpistas! Vocês estão roubando nossos Direitos!
Vocês estão mentindo demais! Quando o povo acordar, suas casas vão cair! O PMDB e o
PSDB continuam suas obras destrutivas no Brasil! Só não enxerga quem ainda está cego
pela mídia golpista e quem acredita em papai Noel , fadas e duendes.
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outubro-rosa
Brasília – Mais de quatro horas após a votação do texto-base, o plenário da Câmara dos
Deputados concluiu a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição
(PEC) 241, que cria um teto para o crescimento dos gastos públicos pelos próximos 20
anos. O teto limita investimentos em Educação, Saúde, Habitação e outras áreas sociais. 
A PEC não fala nada de limitar gastos dos senhores políticos da Câmara.
Cinco destaques apresentados pelas bancadas da oposição foram rejeitados, e não houve
alteração em relação ao texto-base.

Todos os destaques promoviam mudanças significativas no texto, mas os governistas garantiram mais de 280 votos em cada uma das votações para derrubar as tentativas de alteração na medida. Havia um sexto destaque proposto pela bancada do PDT, que foi retirado de última hora, antecipando a conclusão da votação.

Um dos destaques, apresentado pela bancada do PCdoB, pretendia modificar o método de atualização do limite de despesas. A proposta original prevê correção pela inflação, mas opositores queriam implementar um cálculo a partir da variação de preços somada à alta real do Produto Interno Bruto (PIB) no período.

O destaque apresentado pela bancada do PSOL, por sua vez, pretendia votar separadamente todas as sanções previstas para poderes ou órgãos que descumprirem esse teto. No substitutivo encaminhado pelo relator, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), essas penalidades ficaram ainda mais duras. Pela última versão, há previsão de congelamento de salários do funcionalismo e restrição do reajuste do salário mínimo a apenas inflação, sem ganho real, em caso de violação do limite de gastos.

O PT foi a bancada que mais apresentou destaques, três ao todo. Um deles pretendia excluir gastos com saúde, educação e assistência social do teto. O outro pretendia a votação, em separado, do artigo que cria o limite de despesas, regra básica da proposta. O terceiro visava a estabelecer um limite para o pagamento da dívida pública, com correção pela inflação assim como na regra geral da PEC.

O texto-base já havia sido aprovado em primeiro turno na noite de ontem, por 366 votos a 111. Agora, a votação da PEC segue para um segundo turno na Câmara, previsto para ocorrer no dia 24 deste mês. (Idiana Tomazelli e Daiene Cardoso).

Fonte: Estadão