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GRUPO ESPARRAMA RETOMA ATIVIDADES NO MINHOCÃO COM SEU NOVO PROJETO “NAVEGAR”

Após quatro meses de janelas fechadas, o Grupo Esparrama retoma as atividades no Minhocão com o famoso teatro na janela e inicia o imenso projeto “NAVEGAR”, contemplado pela 29ª edição do Programa de Fomento ao Teatro, com duração de 16 meses. Assim, o grupo expande suas atividades com mais de dez ações diferentes previstas, para falar sobre a relação entre arte, cidade e infância, numa pesquisa que pretende se aproximar do imaginário das crianças. E o projeto é aberto ao público a partir de janeiro, com uma oficina gratuita de manipulação de bonecos e objetos. 

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Plenário da Câmara aprova redação final e conclui votação da proposta em 1º turno

Plenário da Câmara aprova redação final e conclui votação da proposta em 1º turno
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Primeiramente: Fora, Temer! Fora, golpistas! Vocês estão roubando nossos Direitos!
Vocês estão mentindo demais! Quando o povo acordar, suas casas vão cair! O PMDB e o
PSDB continuam suas obras destrutivas no Brasil! Só não enxerga quem ainda está cego
pela mídia golpista e quem acredita em papai Noel , fadas e duendes.
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Brasília – Mais de quatro horas após a votação do texto-base, o plenário da Câmara dos
Deputados concluiu a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição
(PEC) 241, que cria um teto para o crescimento dos gastos públicos pelos próximos 20
anos. O teto limita investimentos em Educação, Saúde, Habitação e outras áreas sociais. 
A PEC não fala nada de limitar gastos dos senhores políticos da Câmara.
Cinco destaques apresentados pelas bancadas da oposição foram rejeitados, e não houve
alteração em relação ao texto-base.

Todos os destaques promoviam mudanças significativas no texto, mas os governistas garantiram mais de 280 votos em cada uma das votações para derrubar as tentativas de alteração na medida. Havia um sexto destaque proposto pela bancada do PDT, que foi retirado de última hora, antecipando a conclusão da votação.

Um dos destaques, apresentado pela bancada do PCdoB, pretendia modificar o método de atualização do limite de despesas. A proposta original prevê correção pela inflação, mas opositores queriam implementar um cálculo a partir da variação de preços somada à alta real do Produto Interno Bruto (PIB) no período.

O destaque apresentado pela bancada do PSOL, por sua vez, pretendia votar separadamente todas as sanções previstas para poderes ou órgãos que descumprirem esse teto. No substitutivo encaminhado pelo relator, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), essas penalidades ficaram ainda mais duras. Pela última versão, há previsão de congelamento de salários do funcionalismo e restrição do reajuste do salário mínimo a apenas inflação, sem ganho real, em caso de violação do limite de gastos.

O PT foi a bancada que mais apresentou destaques, três ao todo. Um deles pretendia excluir gastos com saúde, educação e assistência social do teto. O outro pretendia a votação, em separado, do artigo que cria o limite de despesas, regra básica da proposta. O terceiro visava a estabelecer um limite para o pagamento da dívida pública, com correção pela inflação assim como na regra geral da PEC.

O texto-base já havia sido aprovado em primeiro turno na noite de ontem, por 366 votos a 111. Agora, a votação da PEC segue para um segundo turno na Câmara, previsto para ocorrer no dia 24 deste mês. (Idiana Tomazelli e Daiene Cardoso).

Fonte: Estadão

A cidade de São Paulo perdeu as eleições

A cidade de São Paulo perdeu as eleições 2016

outubro-rosa

Nós paulistanos perdemos as eleições 2016. Somos diretamente responsáveis pelas novas políticas neoliberais que vão invadir nossas ruas, nossas casas, nossos postos de saúde, nossas escolas, nossas vidas pelos próximos quatro anos. Fomos traídos pela nossa própria incapacidade de avaliar uma administração.

Avaliar aqui significa observar as condições atuais, as condições passadas, verificar os avanços, verificar as necessidades, verificar quem foi beneficiado pelas ações administrativas, buscar entender que parte da população obteve maior atenção da gestão pública atual. Perceber se houve empenho para resolução dos problemas da cidades, que as ações foram importantes, que problemas não foram resolvidos.

Não se está dizendo que a atual gestão foi perfeita. Não se está tapando o sol com a peneira nem que estamos cegos. Houve falhas. Houve equívocos. Não sei se muitos ou poucos. Não tenho esse poder de conhecer tudo.

Elegemos um candidato que a mídia nos vendeu, que uma propaganda muito bem elaborada e socada na maioria das boas cabeças paulistanas pelas insistentes inserções Globais contra o Partido dos Trabalhadores com denúncias pouco confiáveis nem sequer julgadas pela justiça oficialmente. Mentiras contadas diariamente em mentes despreparadas,  transformando-as “verdades”.

A própria justiça age de forma a condenar prematura, extraoficial e tendenciosamente. Está enganando-nos e ainda a aplaudimos. Em contrapartida, a mesma mídia e (in) justiça ignoram constantes denúncias contra o partido que venceu as eleições. Escondem. Não dão a mesma visibilidade para elas, não dão a mesma exposição. Não nos contam o outro lado da história.

Eles mentem muito e acreditamos em tudo sem sequer questionar por provas. Denúncias de réus podem estar cheias de rancor e inventar muito. Denúncias atiram para todos os lados, mas o lado tucano permanece intocável. Se há culpados, que todos sejam processados, julgados e condenados se assim se provar.

Os amigos do rei-juiz também devem passar pelos mesmos processos. Não podem ficar o tempo todo debaixo das asas da mídia e da (in)justiça. Ele precisa parar de agir vergonhosamente, fingindo-se herói, fingindo-se paladino, fingindo-se dono da verdade. Ele precisa parar de enganar aqueles que o idolatram. Suas ações são claramente favoráveis para aqueles que abominam a Esquerda  porque veem nela um perigo contra sua exploração e domínio sobre grande parcela da riqueza brasileira que deveria ser distribuída mais justamente.

Foi o prosseguimento do golpe iniciado em Brasília e estendido às outras cidades brasileiras. É um linchamento descarado e desproporcional.

Não há justiça verdadeiramente. Por isso, este resultado foi uma derrota. Foi mais uma derrota da Democracia. Foi a derrota de todos os paulistanos, quer eles queiram ou não aceitar.

Depois de tudo a mídia denuncia…

Investigado por elo com PCC

Eleito por que mesmo?

Hoje, votarei em Haddad porque quero uma cidade boa para que mais precisa dela

Hoje, votarei em Haddad porque quero uma cidade boa para que mais precisa dela

haddad

Votarei em Haddad porque ele tem trabalhado realmente para tornar São Paulo uma cidade melhor. Particularmente, entendo que ele está fazendo o que pode para tornar a cidade um lugar para se viver bem. Ele está  olhando principalmente para a parcela da população de baixa renda, aquela que não tem um convênio médico, aquela que não pode viajar para a Disney, aquela que não mora em casarões, aquela que não possui grandes empresas, aquela que não tem carrões. Inclusive para aqueles das classes mais necessitadas que votam nos representantes dos exploradores.

Votarei em Haddad para que São Paulo tenha chance de tornar-se melhor. Quero que nossa cidade seja boa para mim e para meus conterrâneos. Quero que nossa cidade ofereça mais e melhores opções de lazer, de cultura e vivência e convivência. Vejo esta possibilidade na permanência de Haddad na prefeitura.

Sou professor da rede municipal de São Paulo. Trabalho em uma escola da Zona Leste de São Paulo. Posso dizer com propriedade sobre a condição da escola pública de São Paulo. Posso dizer que não estou satisfeito, pois as condições ainda não são satisfatórias. Ainda faltam recursos humanos e recursos materiais para que melhores resultados sejam colhidos. Entretanto, posso dizer que são condições melhores do que as oferecidas pelo PSDB e seus aliados. Em tempos de PSDB/DEM (Serra/Kassab) as condições eram piores.

outubro-rosa