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É hora do Rush

Rush é uma banda canadense de rock formada em agosto de 1968 na cidade de Toronto, Ontário. A banda é composta pelo baixista, tecladista e vocalista principal Geddy Lee, pelo guitarrista e backing vocal Alex Lifeson e pelo baterista, percussionista e letrista Neil Peart. A formação original da banda passou por algumas modificações entre 1968 e 1974, alcançando sua formação definitiva com Peart em julho de 1974, duas semanas antes da primeira turnê nos Estados Unidos, devido a problemas de saúde de John Rutsey, antigo baterista da banda.

Desde o lançamento do seu álbum de estreia em março de 1974, Rush tornou-se conhecido pelas habilidades instrumentais de seus membros, composições complexas e letras ecléticas, que abordam pesadamente a ficção-científica, fantasia e filosofia, dirigindo-se a assuntos humanitários, sociais, emocionais, e ambientais. Musicalmente, o estilo evoluiu ao longo dos anos, iniciando-se na inspiração do blues no rock em seus primeiros álbuns e, em seguida passando por fases em que predominaram as influências do hard rock, rock progressivo e sintetizadores. A banda e sua musicalidade têm sido citadas como influência por vários artistas musicais, incluindo Metallica, The Smashing Pumpkins e Primus, bem como as bandas de metal progressivo como Dream Theater e Symphony X. Continue lendo

Esse Vexame todo mundo quer ter

Marisa Orth fala sobre o surgimento da banda Vexame

De uma brincadeira ao mergulho na música brega, no período de descoberta da MPB

Em entrevista ao programa Móbile, a cantora e atriz Marisa Orth declarou que a música brega também fez parte de sua formação musical. Ela participou da Vexame, uma banda que rompeu barreira do brega na Música Popular Brasileira.

Vexame surgiu para existir apenas por uma noite, era uma espécie de brincadeira, com performances e piadas durante o show.  A ideia era levar para o Aeroanta, uma antiga casa noturna que fez muito sucesso na década de 1990 apresentando importantes bandas do circuito alternativo que surgiram nos anos 80.

A burguesia cedeu: “Era para ser uma noite e foi um sucesso, que aquele Aeroanta caiu, como se todo mundo soubesse de cor todas as músicas. O show teve uma resposta, uma soltura. O Brasil é feito disso, tanto que hoje tem gente que ganha muito dinheiro com a música brega. Foi ali que o Brasil começou a aparecer”. Continue lendo

Vânia Bastos, uma voz que vale a pena ouvir

Vânia Bastos (Ourinhos, 13 de maio de 1956) é uma cantora brasileira ligada ao movimento cultural Vanguarda Paulista.

Em 1975 mudou-se para São Paulo, onde começou a estudar sociologia e canto. Em 1980, passou a atuar como vocalista da banda Sabor de Veneno de Arrigo Barnabé. Além de ser a principal solista do músico a partir de “Tubarões Voadores” (álbum de 1983), participou de apresentações e gravações com Itamar Assumpção, o outro nome de destaque da Vanguarda. Também gravou com bandas de rock como Magazine e Joelho de Porco. A partir de 1986, começou a gravar trabalhos-solo.

Fonte: Wikipédia e Youtube

Arrigo Barnabé, A Vanguarda Brasileira continua viva

Arrigo Barnabé (Londrina, 14 de setembro de 1951) é um músico e ator brasileiro. Seu reconhecimento para o grande público veio logo com o primeiro disco, Clara Crocodilo, em 1980, quando foi recebido pela imprensa como a maior novidade na música brasileira desde a tropicália . Em suas composições, Arrigo mistura elementos e procedimentos da música erudita do século XX a letras ferinas sobre a vida na grande cidade. É comum a utilização de séries dodecafônicas, aliada a uma prosódia muito próxima da fala urbana de seu tempo.

A música de Arrigo Barnabé e sua banda Sabor de Veneno está muito ligada a outros artistas, como Itamar Assumpção (e a banda Isca de Polícia), e grupos, como Rumo, Premeditando o Breque e Língua de Trapo. Esses artistas e grupos estavam inseridos num contexto que acabou conhecido como Vanguarda Paulista. Continue lendo

Rock Estrada Matanza