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Copa do mundo, futebol, basquete, volei, olimpiadas, exercicios em geral.

Corpo em Equilíbrio leva Programa Saia do Zero ao Complexo Esportivo Pedro Dell Antonia

Foto: Thalita Lauer

No dia 18 de agosto, a Corpo em Equilíbrio – um dos mais conceituados estúdios de Pilates e Treinamento Funcional de Santo André – promove ação especial no Ginásio 2 do Complexo Esportivo Pedro Dell Antonia. Uma aula grátis do Programa Saia do Zero!

Corpo em Equilíbrio faz aula grátis para quem quer emagrecer ou ganhar condicionamento físico!

No dia 18 de agosto de 2019, de 10h às 12h, a Corpo em Equilíbrio – um dos espaços dedicados à saúde e bem estar mais interessantes do Grande ABCD – promove uma aula especial no Ginásio 2 do Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia, para apresentar o seu Programa SAIA DO ZERO

O programa SAIA DO ZERO, que foi elaborado por uma Fisioterapeuta junto com uma Educadora Física, tem o objetivo de ajudar as pessoas que querem sair do sedentarismo ou perder peso, mas não sabem por onde ou como começar. 

Sob o comando da fisioterapeuta Fabi Silva, a equipe da Corpo em Equilíbrio convida a população em geral para conhecer o programa através de uma experiência diferente e inclusiva: uma grande aula de Treinamento Funcional do Programa SAIA DO ZERO, com orientação e exercícios realizados de forma gradativa, garantindo que qualquer pessoa, independente de idade, gênero, peso, condicionamento físico, possa participar. 

Longe de aulas cansativas, com exercícios de alta intensidade e que certamente estão distantes de serem executados por qualquer pessoa, a aula de Treinamento Funcional do Programa Saia do Zero, será animada e com desafios. Porém, os participantes poderão viver o passo-a-passo para aprender a se conhecer e entender que, gradativamente, qualquer pessoa pode evoluir na prática de exercícios, sem correr risco de se machucar ou se frustrar. 

A aula contará com a orientação e o apoio adequado e necessário para que todas as pessoas consigam realizar os exercícios e se inspirem a sair do zero, deixando o sedentarismo de lado e, com isso, melhorando a execução das atividades da vida diária, até começar a inserir outras novas com muito mais facilidade, com mais ânimo, mais disposição, mais vitalidade.

“Queremos proporcionar um momento de encontro especial para troca de informações e para facilitar o acesso das pessoas a este tipo de prática. Muitas pessoas imaginam que é necessário ter um ótimo condicionamento físico para a prática do Treinamento Funcional, mas nós podemos ir conquistando isso com um trabalho cuidadoso, indo aos poucos e respeitando as particularidades de cada um. Queremos aproximar a população, incentivar as pessoas a se movimentarem e, acima de tudo, reafirmar a  importância de inserir atividades físicas na rotina, o que proporciona um bem-estar que não tem preço! Queremos incentivar que as pessoas mantenham o corpo em equilíbrio de verdade” – comenta Fabi Silva, fisioterapeuta responsável pela Corpo em Equilíbrio. 

A Clínica Corpo em Equilíbrio vem construindo uma história diferente, com um trabalho que inclui, de fato, a população, criando consciência dos movimentos e potências do corpo, para um despertar natural para os cuidados com a saúde, fortalecendo a importância de se buscar o bem estar e uma melhor qualidade de vida.

A Clínica Corpo em Equilíbrio atende regularmente pessoas de diversas idades e gêneros, gestantes, pessoas com algum tipo de problema nas articulações, dores na coluna, entre outros, e trabalha com um conceito de, como o próprio nome diz, manter o corpo em equilíbrio. Um espaço destinado á pessoas preocupadas em unir saúde, beleza, bem estar e qualidade de vida. Por isso, o espaço promove uma série de vivências especiais em Parques da região do ABC, onde os profissionais promovem um dia de prática de atividades físicas ao ar livre. 

Sobre a aula especial do Programa Saia do Zero, Fabi Silva complementa: “Queremos convidar as pessoas a se permitirem dar o primeiro passo. Se conhecer e se reconhecer mais forte do que imaginam ser. Renovar a auto estima, suar um pouquinho e assim perceber que, com a vida em movimento, podemos viver mais plenamente e com muito mais qualidade e bem estar!

Mais informações em: https://www.facebook.com/events/486235312211240/

AULA DE TREINAMENTO FUNCIONAL GRÁTIS – Programa Saia do Zero com a Corpo em Equilíbrio

Quando: 18 de agosto de 2019

Horário: 10h

Grátis

Classificação Livre

Onde: Complexo Esportivo Pedro Dell Antonia – Local: Ginásio 2

Endereço: R. São Pedro, 27 – Silveira, Santo André – SP, 09121-390

Telefone: (11) 4452-2064

Corpo em Equilíbrio é um espaço de qualidade de vida que fica localizado na Rua Guilherme Marconi, 66 – Vila Assunção, Santo André – SP. Telefone para informações: (11) 98440-6484 / (11) 4438-3681

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini / Cel: 99568-8773 / lucigandelini@gmail.com

Treinador impede medalhista de falar sobre Racismo e Política

Treinador impede medalhista de falar sobre Racismo e Política

© Fornecido por Areté Editorial S.A. Prata nos Jogos Pan-Americanos de Lima, Jucielen Romeu é conhecida por falar sobre problemas sociais (Wander Roberto/COB)

Durante a cerimônia de entrega de medalhas do boxe feminino nos Jogos Pan-Americano, a boxeadora Jucielen Romeu, medalhista de prata, foi abordada por jornalistas para falar sobre racismo. Os jornalistas não puderam trabalhar porque o treinador-chefe da seleção de boxe Mateus Alves afirmou que ela está proibida de falar sobre racismo, empoderamento feminino e política: “Ela não pode falar disso. Está proibida. A seleção não é lugar para falar dessas coisas. Ela não pode falar desse tipo de coisa. Não pode falar de política”. De acordo com o portal Uol, o treinador foi rude e se colocou à frente da atleta na zona mista.

Jucielen Romeu, terceira sargenta do Exército Brasileiro, sempre foi atleta bastante aberta e crítica sobre assuntos assim. A atleta,nascida e criada na periferia, adota a filosofia da academia, enxerga o esporte como um lugar de combate a preconceitos, tais como Racismo, Fascismo e Discriminação à Mulher.

Ficou muito claro que a atleta foi censurada. O treinador não pode interromper o trabalho dos jornalistas sem um bom motivo. Pelo contrário, ele deve colaborar para o fluxo da atividade não ser interrompido e a atleta possa usufruir do seu direito de expressão, assim como os jornalistas, seu direito de trabalho. Foi com certeza uma ação truculenta e inaceitável. Seria de bom tom que se esclarecesse de quem partiu a ordem para tal atitude do treinador-chefe Mateus Alves.

O Comitê Olímpico do Brasil negou censura na delegação da Seleção Brasileira de boxe: “A única orientação que temos é a carta olímpica. Não há qualquer censura por parte do COB”.


Corintianos farão vigília pela Democracia após censura à camisa de Marielle

Torcedores do Corinthians farão uma “vigília pela democracia” na sexta-feira à noite , no Parque São Jorge para protestar contraa retirada de uma camisa do memorial do clube sobre o assassinato da deputada Marielle Franco. O grupo Coletivo Democracia Corinthiana (CDC), quer ressaltar o “DNA corinthiano, expresso na mobilização de Doutor Sócrates e outros membros na vitoriosa luta contra a Ditadura Militar”. O clube retirou a camisa da exposição sobre a história do basquete corintiano, usada pelo ex-armador Gustavinho, campeão da Liga Ouro de 2018 em junho do ano passado. Gustavinho subiu no pódio com uma camiseta escrito “Quem Matou Marielle?”. A camisa foi doada ao memorial do clube.

25 conselheiros eleitos pela chapa “Fiéis Escudeiros” pediram a retirada da vestimenta do memorial porque ela não foi usada durante o jogo decisivo.

Ela foi usada após o jogo durante a comemoração pelo título. Então faz parte da História. Certamente existe por trás disso uma tentativa de apagar a memória da História de Marielle e sua ligação com a tradição democrática corintiana.

Querem fazer de conta que nada aconteceu e que o futebol nada tem a ver com movimentação política , especialmente uma política de resistência. Querem fazer isso em um momento muito crítico da História Brasileira e Mundial em que tentam calar as vozes que se colocam contra a ascensão fascista.

Até quem não é corintiano, mas é antifascita, pode participar e apoiar esta manifestação legítima e necessária nas nossas ruas e praças.

Sou apenas um

Sou apenas um

Não sei se quero ficar famoso

Pode causar muitos transtornos

Não quero ser seguido nem perseguido

Não quero ser famoso nem rico

Não me atraem grandes fortunas

Elas que paguem seus impostos com taxas justas

Não sei se quero ser confundido

Com um ģrande artista

Nem sei se sou um

Talvez eu insista. Ainda há tempo.

Não quero levar o prêmio de melhor romancista

Do Universo Paralelo

Não quero abraçar Camões

Nem Nobel

Não sei se eles leram direito meus escritos

Não sei se vale a pena coŕrer o risco

Procuro algo mais tranquilo

Mas que me faça respirar mais ofegante

Procuro viagens alucinantes

que me alimentem a alma.

Quero espalhar por aí

Minhas aventuras

Mas não quero revelar meu nome.

Quero estar sozinho quando ninguém

me quiser de companhia

Em certos momentos a solidão

tende a ser a melhor amiga.

Quero ser assim como sou

E seguir vivendo quase anônimo

Não sei se vou conseguir

Porque sei que me arrisco

Expondo meus poderes

Revelando meu lado pensante

Sou um entre milhões

Sou um entre bilhões

Sou apenas um.

Megan Rapinoe From USA

Megan Rapinoe From USA

Megan Rapinoe

Ana Carolina Silva

Do UOL, em Paris (França)

29/06/2019 04h00

Brian Rapinoe viveu mais uma noite de intensa alegria e profunda tristeza. Ele cumpre seu último ano de pena nos Estados Unidos e não viu Megan Rapinoe brilhar ontem (28) com dois gols na vitória por 2 a 1 sobre a França, pela Copa do Mundo, mas tenta se reabilitar enquanto se espelha na luta e na vitória da irmã, a quem causou tanta decepção e sofrimento no passado.

A atleta faz oposição a Donald Trump, não costuma cantar o hino nacional dos Estados Unidos e até já se ajoelhou durante a melodia em protesto contra a brutalidade policial. Ela é lésbica assumida, ergue a voz por minorias constantemente, e suas manifestações a fazem pensar em todas as pessoas que, como o irmão, sonham com a ressocialização e sofrem com erros constantes.

Até então, Brian achava que nunca se livraria do comportamento vicioso que sempre o colocava atrás das grades. Ao se ajoelhar diante da bandeira norte-americana e das câmeras, Megan pareceu ciente de que seria acusada de desrespeito por muitos e ensinou ao irmão o valor de lutar pelo que se acredita. Ele nunca se esqueceu do que sentiu: “Minha irmã é corajosa, minha irmã é f…”. A jogadora diz ter tido uma longa e profunda conversa com ele há alguns meses. Brutalidade policial, racismo, feminismo, homofobia e outros temas sociais pautaram o papo. Eles falaram sobre como os protestos dela representam os dois, mesmo em realidades tão diferentes. De todas as pessoas do planeta e de… Até então, Brian achava que nunca se livraria do comportamento vicioso que sempre o colocava atrás das grades. Ao se ajoelhar diante da bandeira norte-americana e das câmeras, Megan pareceu ciente de que seria acusada de desrespeito por muitos e ensinou ao irmão o valor de lutar pelo que se acredita. Ele nunca se esqueceu do que sentiu: “Minha irmã é corajosa, minha irmã é f…”. A jogadora diz ter tido uma longa e profunda conversa com ele há alguns meses. Brutalidade policial, racismo, feminismo, homofobia e outros temas sociais pautaram o papo. Eles falaram sobre como os protestos dela representam os dois, mesmo em realidades tão diferentes. De todas as pessoas do planeta e de… De todas as pessoas do planeta e de todas as jogadoras da Copa do Mundo, é difícil imaginar que justo a progressista Megan tenha um irmão que um dia chegou ao ponto de tatuar uma suástica nazista na mão. O desenho virou símbolo do arrependimento de Brian nos últimos anos e foi transformado em uma teia de aranha, mas ele, envergonhado, ainda conta a história. Viciado em heroína, ele sentia que precisava conquistar o apoio das gangues racistas do presídio para ter uma chance de sobreviver ali, já que o sistema da Califórnia havia separado os detentos por etnia e Brian estava cercado por supremacistas brancos. “Eu entrei como um menino, e havia um monte de caras mais velhos que eu ac… “Eu entrei como um menino, e havia um monte de caras mais velhos que eu achava que respeitava. Eles espalham ideias, e você meio que escuta. Foi parte de uma mentalidade de proteção”, explicou à ESPN dos EUA. O “menino” já era um homem, mergulhou na realidade das gangues e se tornou tão violento quanto elas. Dos 16 anos em que esteve na cadeia até agora, Brian passou três na solitária. Sua ficha como detento acumulava denúncias por tráfico de drogas, posse de armas e diversos ataques a outros presos, e, em 2007, aos 27 anos, ele foi transferido para um presídio de segurança máxima. Enquanto isso, Megan sofria ao lado da irmã gêmea, Rachael, e da mãe, Denise. “Eu sempre achei aque… “Eu sempre achei aquelas tatuagens horríveis. Eu ainda acho que são horríveis. Eu consegui racionalizar, eu entendi que ele entrou na cadeia procurando por identidade e um jeito de sobreviver”, disse a atleta, que passou grande parte da própria vida sentindo que tinha perdido seu maior ídolo. Foi graças a ele que a craque começou a jogar futebol na infância. “Eu o venerava. Ele jogava como ponta esquerda, então eu jogava como ponta esquerda. Ele usava a camisa 7, eu usava a camisa 7. Ele cortou o cabelo com um penteado ‘tigelinha’, então eu fiz isso também”, contou. Três vezes por semana, os detentos da segurança máxima podiam passar três horas fora da cela. Consequentemente, ele… Consequentemente, ele passou a ter contato com pessoas de outras culturas e etnias, como o amigo que chama de “Monster”, com quem trocou longas cartas mesmo quando não tinham permissão para passar tempo juntos. Trata-se de Sanyika Shakur, ativista que o fez entender como a polícia tratava negros de forma desproporcional aos crimes que cometiam. Era o princípio do atual pensamento político de Brian Rapinoe, que substituiu as tatuagens logo depois: “Monster me ensinou o que significava ser racista, e o que significava não ser racista”. Mas a dependência química ainda queria levá-lo para o fundo do poço e o fez passar mais tempo na cadeia. Ele estava preso em 2011, quando Megan viaj… Ele estava preso em 2011, quando Megan viajou para a Alemanha para disputar o primeiro Mundial da carreira. O irmão quis que todos os detentos assistissem aos jogos, e o cruzamento dela que originou o gol de Abby Wambach contra o Brasil fez a euforia dominar o presídio. Mas houve um choro de tristeza. “Não estar lá era doloroso”, lamentou Brian. Quatro anos depois, os Estados Unidos conquistaram sua terceira Copa – a primeira desde 1999 – com ajuda da impressionante Rapinoe. “Eu estava super feliz pela Megs e super triste por mim. Eu amo muito a minha família, e todos eles estavam lá. Entendi que eu não podia nem ser parte daquilo. Sim, eu fiz muitos torcerem por ela na prisão, ma… Sim, eu fiz muitos torcerem por ela na prisão, mas, quando o jogo acabou, eu estava sentado na minha cela e não podia abraçá-la. Não estava lá para testemunhar isso. Foi mais uma coisa da vida da minha família que eu perdi. Que m… estou fazendo com a minha vida?”, questionou Brian. As brigas com facas em que ele próprio se envolveu na cadeia vieram à mente, bem como os sete assassinatos que testemunhou. E pensou em Megan antes de decidir que lutaria pela própria história. “Olhe tudo o que ela fez com a vida dela, e olha o que você fez com a sua”. Por isso, Brian entrou em um programa de reabilitação e ressocialização do sistema prisional da Califórnia. Cada aula concluída reduz… Cada aula concluída reduziria um pouco do tempo de sua sentença, mas o mais importante era permanecer sóbrio. À ESPN norte-americana, ele diz que está limpo há 18 meses. “Se eu usar drogas, voltarei para o regime anterior. E eu não quero voltar nunca mais”, afirmou o irmão de Megan, que quer deixar a prisão de vez e inspirar jovens infratores: “Eu quero fazer a diferença. Quero ser como ela. Eu era o herói dela, mas agora não há discussão. Ela é minha heroína”.

https://universa.uol.com.br/noticias/rfi/2019/06/29/megan-rapinoe-aceita-convite-de-democratas-apos-repudiar-trump.htm