Elton John – Someone saved my life tonight

Elton John – Someone saved my life tonight

And someone saved my life tonight sugar bear
You almost had your hooks in me didn’t you dear
You nearly had me roped and tied
Altar-bound, hypnotized
Sweet freedom whispered in my ear
You’re a butterfly
And butterflies are free to fly
Fly away, high away bye bye

I never realized the passing hours
Of evening showers
A slip noose hanging in my darkest dreams
I’m strangled by your haunted social scene
Just a pawn out-played by a dominating queen
It’s four o’clock in the morning
Damn it listen to me good
I’m sleeping with myself tonight

Outubro Rosa

Outubro Rosa

Portadores do Ritmo

Portadores do Ritmo

Andre Dias Vieira da Gama, ou Andrezão como gosta de ser chamado, é um homem inspirador que criou o projeto “Portadores do Ritmo” para criar música com pessoas portadoras de necessidades especiais. Já funcionando há dez anos ininterruptos, o principal objetivo é a inclusão social e alegria proporcionada através da arte musical.

“Quando eu comecei a trabalhar eu já sabia que era emocionante, e a evolução deles me surpreendeu muito. Eu não vejo as deficiências como um problema a ser lidado, então a gente consegue fazer música e eu os vejo super à vontade comigo, o que me deixa muito contente”. Disse o percussionista.

Andrezão já trabalhava com vários tipos de projetos sociais dando aulas em instituições carentes, comunidades e presídios, mas se identificou melhor com a causa dos portadores de deficiência.

“O que me incentivou na criação do projeto foi a vontade de ajudar. Eu tive contato dentro da família também com a minha esposa e logo eu tive vontade de fazer o meu trabalho, dar a minha parte pra sociedade, e fazer meu trabalho com deficientes não só com carentes, mas com todos que quisessem participar”.

Atualmente o projeto possui uma banda permanente (banda Portadores do Ritmo), que se apresenta em qualquer evento para os quais sejam convidados, e esta em atividade na CBAE, Rua Rui Barbosa, 762 – Flamengo, Rio de Janeiro. Para saber mais sobre, é possível encontrá-los na página do facebook intitulada pelo mesmo nome do projeto “Portadores do ritmo”.

Por: Natália Vieira e Luana Feliciano (em 31/07/2014)

Ao longo de 12 anos trabalhando na inclusão social de pessoas com deficiência através da música, o Projeto Portadores do Ritmo já recebeu mais de 100 crianças. Para comemorar, o grupo promove no dia 23 de setembro uma feijoada comemorativa a partir das 12h com entrada franca.

Comandado por André Dias, o projeto trabalha através das atividades musicais, principalmente a percussão, estimulando a sensibilidade através da arte. O grupo já se apresentou na UERJ, BNDES, UFRJ, MAM, entre vários outros espaços, promovendo alegria e diversão para pessoas com deficiência e familiares. No repertório, o grupo traz músicas como “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga, “Testamento de Partideiro” e “Carinhoso”, do Pixinguinha.

Atualmente o Projeto possui 15 crianças envolvidas no projeto e destaca que, apesar de possuir fila de espera para a entrada de outros participantes, o programa não pode receber por falta apoio, recursos humanos e materiais.

Outubro Rosa

Outubro Rosa

Leci Brandão – Anjos da Guarda

Leci Brandão – Anjos da Guarda

Professores
Protetores das crianças do meu país
Eu queria, gostaria
De um discurso bem mais feliz
Porque tudo é educação
É matéria de todo o tempo

Ensinem a quem sabe de tudo
A entregar o conhecimento
Ensinem a quem sabe de tudo
A entregar o conhecimento

Na sala de aula
É que se forma um cidadão
Na sala de aula
É que se muda uma nação
Na sala de aula
Não há idade, nem cor
Por isso aceite e respeite
O meu professor

Batam palmas pra ele
Batam palmas pra ele
Batam palmas pra ele, que ele merece!
Batam palmas pra ele
Batam palmas pra ele
Batam palmas pra ele, que ele merece!

Professores
Protetores das crianças do meu país
Eu queria, como eu gostaria
De um discurso bem mais feliz
Porque tudo é educação
É matéria de todo o tempo
Ensinem a quem pensa que sabe de tudo
A entregar o conhecimento

Na sala de aula
É que se forma um cidadão
Na sala de aula
É que se muda uma nação
Na sala de aula
Não há idade, nem cor
Por isso aceite e respeite
O meu professor

Batam palmas pra ele
Batam palmas pra ele
Batam palmas pra ele que ele merece!

Outubro Rosa

Outubro Rosa

Elton John – Empty garden

Elton John – Empty garden

Who lived here
He must have been a gardener that cared a lot
Who weeded out the tears and grew a good crop

And now it all looks strange
It’s funny how one insect can damage so much grain

And what’s it for
This little empty garden by the brownstone door
And in the cracks along the sidewalk nothing grows no more

Who lived here
He must have been a gardener that cared a lot
Who weeded out the tears and grew a good crop

And we are so amazed, we’re crippled and we’re dazed
A gardener like that one, no one can replace

Outubro Rosa

Outubro Rosa

Coringa, o anti-herói: Por quê? Será?

Coringa, o anti-herói: Por quê? Será?

Fui ver Coringa. Fiquei impactado. Muitas coisas ali merecem menção e reflexão. Preciso ver novamente para tentar entender e responder algumas questões que surgiram durante a audiência. Houve muitos tiros, muita revolta, muitas mortes e muitos motivos para termos dúvida se o Coringa é o anti-herói ou não.

Não se pode dizer que é um filme bom ou ruim. Sua avaliação deve passar por outros símbolos de classificação. É um filme interessante. Não parece ser adequado para criança alguma e/ou adolescentes sem o mínimo de orientação e debate sobre seus significados internos e externos.

É um filme tenso, provocador, indutor e talvez perigoso. Traz muita violência, muitas inconveniências, que apesar disso, tem suas qualidades. Tem um enrendo interessante. Tem atuações bem convincentes. Tem um contexto bastante interessante para uma análise psicológica necessária sobre o ser humano, suas ações e reações, suas motivações e soluções. É muito complexo para se discutir em poucas linhas. Vou me abster de fazer isso.

Podemos dizer que inicialmente o filme tem duas partes: a primeira em que Arthur vive uma vida bastante atribulada e incômoda, mas que parece passar despercebida. Outra também atribulada, mas não tão incômoda. Arthur, um palhaço meio sem graça transforma-se num palhaço impróprio que busca redenção, o Coringa.

É um filme muito violento, principalmente nos dias de hoje, em que se propaga uma falsa ideia de que uma arma resolve o problema da violência e insegurança. Armas não são solução para as doenças sociais. Passei boa parte do filme dialogando com ele sobre diversas cenas. Falamos muito sobre a Sociedade, mas muitas vezes não nos damos conta que nós fazemos parte dela com seus problemas e tudo. Cobramos dela algo que devemos cobrar de nós mesmos.

Artur era ou não irmão bastardo de Bruce Wayne? Os documentos da adoção eram verdadeiros ou falsificados? Por que a mãe de Arthur mentiria? Thomas Wayne era um bom exemplo de pessoa?

Eu sinto que me identifiquei muito com o palhaço e seus problemas. Eu me vi em algumas situações dele semelhantes às minhas próprias. Quando eu era criança, eu ria muito. Não conseguia muito controlar o riso. Não chegavam a ser risos longos. Penso eu. Algumas situações de tristeza e constrangimento também ajudaram a me ver na pele de Arthur. Joaquin Phoenix foi muito bem no papel de protagonista.

Na história de Batman, o Coringa é seu antagonista. Todos os enredos da história colocam Batman combatendo o Coringa. Em todas, Batman defende Gotham dos ataques do vilão. Parece-me que o Coringa não quer algo mais do que vingança contra seu suposto pai, atacando seu filho Bruce.

É meio louco pensar isso. Entretanto, Arthur busca redenção. Persegue sua própria Justiça. Torna-se assim um herói da sua própria trajetória, da sua vida. Quem se identifica com ele também o vê como herói. De certa forma, ele se redime das perseguições que sofre durante sua vida.

Outubro Rosa

Outubro Rosa